Paulo Portas defendeu que se deve convocar os partidos e as instituições do «arco da governabilidade» para um «esforço especial de consenso e coesão» para a redução da despesa estrutural. Portas sublinhou que «a estabilidade num momento de emergência nacional é muito relevante» e que, sem ela, a última tranche do programa de assistência económica e financeira não teria chegado. «Ser deputado da maioria em tempos de emergência nacional não é cómodo nem é fácil, mas é precisamente porque são tempos de emergência nacional que é necessário e importante. É tão necessário e importante garantir a identidade de cada um como a resiliência de todos a bem do país», afirmou Paulo Portas.
Se eu já não conhecesse o tratante até solicitava àquela múmia que está em Belém que lhe desse uma medalha de patriotismo. O homem sacrifica as suas ideias e as suas promessas eleitorais, aceita reconhecer que mentiu, involuntariamente, aos portugueses em nome de um desígnio nacional. Se o Gaspar disser que se aumenta o IRS para 99% dos salário, aceita, se o Coelho resolver aumentar a TSU para 40%, aceita, se o Mota Soares resolver acabar com o subsidio de desemprego ou retirar as pensões aos mais idosos, abana a cabeça em assentimento, se o Macedo propuser dar uma injecção atrás da orelha a todos os idosos com pensões inferiores a 10 mil euros, resigna-se, tudo em nome do patriotismo. Ele não quer mas tem de ser em nome da nação. São homens como este que Portugal realmente não necessita se deseja voltar a ser um país com dignidade. Paguem-lhe mais uma passagem de avião, afinal já pagámos tantas e vamos pagar ainda muitas mais, e mandem-no fazer diplomacia económica para o Burkina Faso (já pode levar a medalha ao peito).
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Out
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Concordo plenamente, alguém se lembra do Portas do Portas à uns bons anos dizer: quero ser Português nunca deixatei de ser Patriota a 100%, só por cima do meu cadáver.
Está na altura de lhe dar uma viagem para o inferno. O povo têm a memória muito curta.