Arquivo de 22 de Outubro, 2008

22
Out
08

Um Deus Diabólico

Deus e o Diabo

Deus e o Diabo

Colin Powell que foi conselheiro para a segurança nacional de Ronald Reagan, comandante do Estado-Maior Conjunto de 1989 a 1993 e secretário de Estado de 2001 a 2005 e que teve um papel activo para justificar a invasão ao Iraque em 2003, estaria entre os assessores de um eventual governo de Barack Obama, depois de ter anunciado publicamente seu apoio à candidatura de Obama.
– “Ele terá um papel como um de meus assessores“, disse Obama em entrevista.

Desde sempre houve algo que me dizia que por detrás daquele sorriso e daquele “We can”, que o Obama não era o bonzinho que nos queriam vender. Sempre desconfiei dele e já agora bem podia convidar também a Condoleeza Rice, o Dick Cheney para braços direitos e, quem sabe, o próprio Bush para continuar a fazer o papel de bobo da corte.
Pelos vistos nesta escolha entre o Obama e o McCain já veio um diabo que já escolheu.

22
Out
08

A Flauta Mágica

A Flauta Mágica laranja

A Flauta Mágica laranja

Do amigo J.Lima recebi esta imagem e este texto que aqui deixo na integra.

O ARGUMENTO
No princípio da obra vemos Tamino, um Príncipe chegado de longínquas terras, fugindo duma enorme serpente. Três damas que se dão a conhecer como damas de companhia da Rainha da Noite salvam-no. Numa cena posterior a mesma Rainha da Noite apresenta-se e encarrega o Príncipe de salvar sua filha Pamina que havia sido raptada pelo malvado Sarastro. Acompanhará Tamino na sua busca Papageno, um pobre e inocente homem coberto de penas, cuja função é caçar pássaros para a Rainha da Noite, a troco de pão e vinho. Os dois recebem uma flauta e um jogo de campainhas mágicas como presente, e como guias aparecem três jovens “formosos e sábios”.
Papageno é o primeiro a encontrar Pamina após uma disputa com Monostatos, seu carcereiro mouro, e foge com ela. Entretanto, os três jovens levam Tamino até à entrada de três templos, ou seja, o da Sabedoria, o da Razão e o da Natureza. Ouvem-se umas vozes que impedem o Príncipe de entrar nos templos, excepto o do centro que é o da Sabedoria. Tamino encontra depois um sacerdote que lhe explica que foi enganado e que Sarastro não é tão mau como ele pensa. O Príncipe fica então completamente desconcertado e, sentindo-se só, pergunta: “Eterna Noite, quando retrocederás? Quando acharei a luz?” E vozes invisíveis respondem: “Já, ou nunca!”

AS PERSONAGENS
A Rainha da Noite: Soberana da floresta e dos poderes psíquicos. Aparece num trono recamado de estrelas. A sua ambição faz com que ela queira destruir o templo solar e usurpar o poder ao ver Sarastro suceder ao pai de Pamina como sumo-sacerdote do templo.
Sarastro: O sábio perfeito, humilde servidor dos Deuses Ísis e Osíris, como o demonstra em inúmeras passagens da obra ao invocar a Vontade divina.
Tamino: Príncipe chegado de longínquas terras, como acontece em quase todos os contos tradicionais. É puro, valente e sincero, e foi predestinado pelos Deuses para suceder a Sarastro e unir-se a Pamina em matrimónio sagrado.
Pamina: Princesa, filha da Rainha da Noite e do hierofante antecessor de Sarastro. Deve superar a dúvida e transmutar a sua natureza lunar em solar. Representa a passagem entre Vénus Pandemos e Vénus Urania, isto é, a alma dual.
Monostatos: O carcereiro de Pamina, representado como mouro. A sua natureza é tirânica e passional.
Papageno: Lembra-nos a personagem de Sancho Pança. Acompanha Tamino, mas de má vontade. Prefere os prazeres simples aos elevados Mistérios. A sua contraparte é Papagena com quem, por fim, se completa.




Indignados Lisboa

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