Arquivo de 27 de Maio, 2009

27
Maio
09

Outdoors cá do Jardim – Miguel Portas

miguel portas francisco louça outdoor

O outdoor de hoje é o do Bloco de Esquerda. Parece tudo tão fácil e que basta votar no BE para termos uma melhor Europa, um melhor Portugal e quem sabe mesmo uma melhor galáxia ou mesmo um melhor universo. Basta que lhes reservemos umas cadeiras nos parlamentos locais e estamos todos melhor. Falta explicar como pensa o BE conviver com as directrizes Europeias e o seu Neo-liberalismo se um dia tivesse a efectiva responsabilidade da governação. Como pode aplicar as suas politicas sem romper com esta União Europeia. Ou será que acreditam que também vão determinar as politicas de Bruxelas?


27
Maio
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Abriu a caça ao bastonário

Marinho Pinto tiro ao alvo

Abriu a caça ao Marinho Pinto, o bastonário da ordem dos advogados. Não sei o suficiente de direito para entender muitos dos problemas que tem levantado mas, para um leigo, muito do que diz faz muito sentido Isto quando vemos os estado da nossa justiça e os processos dos poderosos serem bloqueados por recursos e mais recursos colocados pelos advogados até à prescrição final. Gosto da forma desabrida como fala e de o ouvir dizer o que tem para dizer sem papas na língua. O raspanete e as verdades com que desancou a Manuela Bocas Guedes em directo no noticiário da TVI foi uma coisa linda. Bom era que houvesse mais gente a denunciar a falta de isenção dos nossos médias e as manobras de propaganda com que transformam politicas em inevitabilidades, silenciam opções e colocam o rótulo de “maluquinho” em quem se atreve a falar fora das ideias que desejam vender-nos. Se, com propaganda, nos conseguem convencer a comprar coisas que não nos fazem falta nenhuma também facilmente nos vendem ideias como se fossem o pensamento único que podemos ter. Aconteceu com a flexigurança, que depois transformaram numa aberrante nova lei laboral, com a segurança social em que tudo o que ganhámos foi mais anos de trabalho e menores reformas, com a entrega aos privados dos serviços públicos e a venda da exploração da electricidade, combustíveis, água, estradas, hospitais aos grandes grupos económicos ou com a nossa sujeição às politicas europeias e aos seus tratados. Sempre nos apontaram esses caminhos como inevitáveis e os únicos que poderíamos seguir e as televisões sempre serviram para dar a voz aos seus defensores. Isto não é viver numa verdadeira democracia, mas sim na ditadura da propaganda. Não acreditem, por isso, em tudo o que ouvem, ou melhor, não acreditem em nada.





Indignados Lisboa

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