Arquivo de 13 de Junho, 2009

13
Jun
09

Dia Mundial do Trabalho Infantil

2009 trabalho infantil

No Século XXI, numa época em que tanto se fala de direitos humanos três em cada quatro crianças são sujeitas è exploração laboral. São duzentos milhões de rapazes e raparigas que deviam estar a crescer e a estudar que são encafuados em fábricas ou em bordéis para dar lucro è globalização. Grandes empresas mundiais, coca-colas, Nikes, e muitas outras utilizam esta mão-de-obra barata para aumentarem os seus lucros. Nos países mais ricos são os trabalhadores que são atirados para o desemprego e para a miséria com as deslocalizações e a transferência do trabalho, onde ainda há alguns direitos laborais, para onde a escravatura é a palavra de ordem. Esta é a face da globalização capitalista, da liberalização dos mercados e da concorrência a todo o custo. Utiliza-se a miséria em alguns locais do mundo, criando-a onde ela não existia só para aumentar o lucro dos grandes senhores do mundo. Apregoa-se a competitividade sabendo-se que não há nenhuma possibilidade de existirem direitos e competir com o trabalho escravo e infantil. Basta ver os direitos que os trabalhadores dos países mais ricos têm vindo a perder em nome da produtividade. Ao aceitar participar neste jogo e nesta globalização estamos a defender este tipo de politicas de trabalho, sem direitos, sem regras e sem humanidade. Quem defende esta política não respeita os cidadãos, não respeita direitos, não respeita nada. São canibais que aceitam a miséria e a exploração em troca de lucro. Não possuem qualquer sentido da decência nem merecem qualquer respeito por parte de nenhum de nós. Que um raio os parta a todos.


Anúncios
13
Jun
09

Stº António de Lisboa

Antonio Costa, José Sá Fernandes Santo antónio

13
Jun
09

Oração europeia em dia de Portugal

antonio barreto aviso representatividade

António Barreto referindo-se “à elevadíssima abstenção” registada nas eleições europeias, considerou que “mostrou, uma vez mais, a permanente crise de legitimidade e de representatividade das instituições europeias”. “A cidadania europeia é uma noção vaga e incerta. É um conceito inventado por políticos e juristas, não é uma realidade vivida e percebida pelos povos”.

Até os ideólogos do regime se vêm obrigados a reconhecer que a democracia europeia é falaciosa quando questionam a legitimidade e a representatividade das suas instituições (cada deputado português representa cerca de 140 mil portugueses em mais de 9 milhões de eleitores). Todos já compreendemos que os portugueses não se reconhecem nesta Europa e naqueles que nos dizem representar. A Comissão Europeia é escolhida pelos líderes dos países mais ricos para realizar as politica que lhe impõem, o Parlamento não passa de um logro, uma mascara que esconde a verdadeira cara da Europa. Dizem-nos que todos somos cidadãos europeus, mas esta Europa não nos trata a todos por igual. Impõem-nos regras e disciplinas mas não nos dão os direitos que vemos noutros países. Esquecem que um português ou um espanhol tem uma cultura e uma forma de vida muito diferente de um dinamarquês ou de um eslovaco. Somos todos europeus mas somos diferentes. Os portugueses não se revêem nestas politicas nem nesta Europa. Só a ruptura, possibilita a reconquista da nossa soberania e a criação de uma nova Europa de povos soberanos e livres. Só fazendo a ruptura evitaremos sofrer os estragos que a implosão desta união criará a quem lá estiver. Continuar a apostar numa Europa mais preocupada com as economias que com os cidadãos não pode dar bom resultado. O desinteresse dos cidadãos nas eleições europeias é o primeiro sinal.





Indignados Lisboa

Blog Stats

  • 712.885 hits

Anúncios

%d bloggers like this: