Arquivo de Dezembro, 2009



24
Dez
09

As escutas – “A boca aberta”

23
Dez
09

As escutas – A Puta

Na sequência da “ilustração” das personagens das escutas, ” A Puta”

23
Dez
09

As Escutas – A Velha

Clique nas imagens para ler as escutas

Recebi agora estas cópia das escutas entre o Engenheiro Sócrates e o Bancário Vara. Gostei tanto que não posso deixar de ilustrar alguma das personagens de acordo com a descrição lá existente. Começo pela “Velha”.


22
Dez
09

Os desafinados

22
Dez
09

Série Palhaços do Mário Crespo – Palhaço rico

21
Dez
09

Greve aos Belmiros e companhia


Desconforto a milhões de portugueses por os trabalhadores estarem a defender os seus direitos, (e os nossos porque também chegará o dia em que nos quererão impor o mesmo)? Desconforto é sabermos que se frequentarmos os antros dos Belmiros e companhia estamos a pactuar com a exploração de mão-de-obra mal paga? Desconforto é saber que mesmo em ano de crise os lucros dessa gente subiu na ordem das centenas de milhões e mesmo assim não se coíbem de explorar ainda mais quem trabalha para eles e lhes permite serem cada vez mais ricos. Desconforto é saber a pressão e as ameaças que vão sofrer quem trabalha para aquela gente. Desconforto é saber que esta gente reina neste país com a bênção da nova lei do trabalho imposta por um governo que se diz socialista.
É por isso que vou fazer greve aos locais desse senhor, não só no dia 24, mas todos os dias. Belmiros, não obrigado

21
Dez
09

Série Palhaços do Mário Crespo – O Rei Palhaço


Na sequência do texto do Mário Crespo, “Palhaços”, publicado pelo JN, e nas declarações do Sr. Silva sobre a total irrelevância da lei sobre o “Casamento entre pessoas do mesmo sexo” e as questões que tanto gosta de lançar a si próprio, relativamente ao envelhecimento da população portuguesa, sobre se os portugueses já não gostam de fazer filhos e “o que seria a nossa vida hoje se não tivéssemos o barulho, os gritos, as alegrias que nos trazem os netos?”, para não falar em todo um trajecto de várias décadas a assombrar Portugal, aqui fica mais um boneco inspirado no texto que referi no inicio deste paragrafo que parecia nunca mais chegar ao fim, mas que finalmente chegou.

20
Dez
09

Surpreeeeesa

Santana Lopes, está a reunir 2500 assinaturas para convocar um congresso antes da marcação de eleições directas no PSD. Ferreira Leite destacou que poderá ser um “belíssimo momento” para o debate entre militantes.

O regresso do Santana Lopes já não é uma surpresa para ninguém, mas surpreendente seria vermos os velhos barões do PSD, que tanto o combateram, a apoiá-lo por não terem ninguém que aceite tentar evitar que o Paços Coelho chegue à liderança do partido. Neste PSD tudo é possível e, quem ontem era inimigo mortal pode hoje ser um amigo do peito a quem espetam a faca nas costas à primeira oportunidade.

20
Dez
09

Palhaços deste meu país

Um texto do Mário Crespo publicado no JN

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.

19
Dez
09

Será que este já está no prelo?

19
Dez
09

Casamentos há muitos

O governo aprovou a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo e já se ouvem as vozes que se opõem a pedir um referendo. (Não me lembro de os ouvir reclamar um referendo ao Tratado de Lisboa, que tinha sido prometido em campanha eleitoral, mas fazem-no agora quando o Engenheiro está a cumprir uma outra promessa eleitoral). Sempre considerei que quem quer deve viver como quer e com quem quer. Não vejo motivos para os homossexuais serem descriminados em relação aos outros. Mais estranha, mesmo anti-natural seria um casamento entre o PS e o CDS para garantir a governação depois de tudo o que o Portas tem dito deste e do anterior governos. Mas, como se diz, quanto mais me bates mais gosto de ti, e não me admirava nada que venhamos a ver estes dois juntarem os trapinhos em São Bento.

18
Dez
09

A grande Migração


No próximo ano Red Bull Air Race transfere-se do Rio Douro para o Tejo. Segundo parece os Municípios da área de Lisboa oferecem o dobro dos apoios à organização do que ofereciam os da área do Porto. Por mim bem podia a corrida ficar onde está pois já imagino os problemas que ela vai causar ao trânsito e à paz de um fim-de-semana. Pior corremos ainda o perigo de ver um daqueles aviões se espetar na ponte ou na Torre de Belém (se ainda fosse no palácio não era tão grave). Não posso deixar de registar aqui as palavras do Luís Filipe Menezes que afirmou que quem pagaria a factura são sempre os cidadãos deste país e que isso é inaceitável. Esqueceu-se que também ele gastou dinheiro de todos nós quando fez a corrida no Porto. Bem podia ter arranjado uma razão melhorzita.

18
Dez
09

Só 13%. Estão mesmo em crise.

Mesmo no ano em que o Mundo atravessou uma das maiores crises financeiras dos últimos cem anos, cada gestor-executivo de um banco recebeu em média um salário anual de 698 081 euros, um aumento de 13% face a 2007. no sector não-financeiro o aumento foi de 7,7 por cento, com o salário médio anual de um gestor nesta área a totalizar 571 756 euros.

O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), António de Sousa, criticou hoje a medida que o governo vai incluir no Orçamento de Estado para 2010 de tributação dos prémios de gestão atribuídos aos banqueiros. “Custa-me a perceber um novo imposto apenas para os bónus da banca”.

A mim também me custa a perceber como têm a lata de aparecerem em programas de televisão a apregoar a contenção salarial para os outros e a justificarem a necessidade de despedimentos. E, o pior é que nós acreditamos neles e aceitamos isto naturalmente, mesmo quando os ouvimos contestar um aumento de 25 euros para quem só ganha 450 por mês.

17
Dez
09

Quem pediu um queijo Limiano Madeirense?

17
Dez
09

O bôbo

Porque será que quando o vejo aparecer na televisão me vem sempre à cabeça a imagem de um bôbo?




Indignados Lisboa
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