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Jun
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A guerrinha de Boliqueime

Paulo Portas e Santana Lopes tem mostrado a vontade de a direita apresentar um candidato alternativo ao Cavaco Silva nas próximas eleições presidenciais. Tal como o Mário Soares em relação ao Manuel Alegre há vinganças que não se esquecem. Vozes criticas a esta posição não têm faltado pois ninguém se pode esquecer que o Cavaco é o Presidente eleito com somente 50,5% dos votos e todos esperam que neste segundo mandato ele coloque finalmente os seus amigos no poder. É que com a reeleição da “Múmia de Boliqueime” uma desgraça nunca virá só.

Pela parte que me toca o que realmente desejava era ver eleito um candidato que fizesse respeitar a constituição e não um badameco que faz discursos de ocasião e que ande mais preocupado com a sua reeleição que com o estado calamitoso a que o país chegou, sobretudo se esse candidato é um dos principais responsáveis pelo desastre. Infelizmente até agora tudo o que temos como candidatos, é um Manuel Alegre que de manha critica o governo e à tarde lhe dá a mão e um Fernando Nobre que ma mesma manha é de direita e à tarde de esquerda. Falta o tradicional candidato do PCP que nada virá a acrescentar à alternativa de voto.
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2 Responses to “A guerrinha de Boliqueime”


  1. 1 Alexandre Barbosa
    Junho 6, 2010 às 13:44

    Desculpe vir um pouco atrasado sobre o assunto. Vi o seu comentário crítico no blog sobre a manif de 29 de Maio a que chamou ironicamente «Passeios na Avenida». Já em outras manif’s anteriores do tipo manifestou a mesma opinião.
    Falta logicamente a sua indicação ou conselho ou proposta (como lhe quiser chamar) de como é que se deveria fazer.
    Se calhar pode ter razão na sua crítica, mas para a ter a ter mesmo é preciso dizer COMO DEVE SER.

    É a minha opinião

    Cumprimentos

    AB

  2. 2 wehavekaosinthegarden
    Junho 7, 2010 às 04:21

    Caro Amigo AB
    Acredito que qualquer acção deve ter uma finalidade e deve conduzir a uma melhoria ou um avanço. Neste caso, desfilar sem um objectivo, sem que daí saia sequer uma greve geral é uma perda de energias, de mobilização e mais um sinal de descrença para quem se mostrou disposto a lutar. As manifestações deviam ser feita com a ida até à casa do poder e da democracia; a Assembleia da República se possivel com passagem por Belém. Gritar palavras de ordem sem haver uma perspectiva de continuação da luta é como diz a minha companheira “tirar a pressão á panela”. E isso, é o que menos falta faz quando há uma batalha para vencer.
    Um abraço
    Kaos


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