Arquivo de 6 de Outubro, 2010

06
Out
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A inauguração


O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, disse hoje esperar que as novas medidas de austeridade anunciadas na semana passada pelo governo de José Sócrates sejam cumpridas com “determinação”. «Sem confiança dos mercados, os juros de divida sobem para níveis insustentáveis»,

Em que contibui este “Cherne” e esta União Europeia para ajudar os paises que estão mais aflitos? Foi a UE quem “forçou” os estados a endividarem-se e a esquecerem o “défice” para salvar os bancos  que agora pedem juros altissimos para ajudarem os países que os ajudaram. A UE prefere emprestar aos bancos a juros baixos, 1 ou 2%, para depois eles “esfolarem” os países a 6%. Vivemos numa sociedade em que os países já não negoceiam entre si, ficando refêns daquilo a que agora chamam de “mercado”. Os mercados não têm cara, não têm leis nem têm moral. Funcionam só para em função do lucro e da ganância. São eles a quem entregamos o governo dos nossos destinos. Não está na hora de de dizermos não.
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06
Out
10

O Estado da Banca do Estado

Todos concordam que a actual crise mundial foi crida pelo sistema financeiro, vulgo especulação, vulgo Banca. Foi a ganância de muitos bancos que endividou países e levou mesmo alguns à falência como aconteceu com a Islandia. A Irlanda, o país que há pouco tempo nos era mostrado como exemplo de desenvolvimento a seguir, vai este ano apresentar um défice de 32%. Também em Portugal tivemos os nosso BPN e o BPP. Também em Portugal estamos a sofrer por o estado ter gasto o que tinha e o que não tinha para financiar a banca. Nós, um dos países que já temos uma das mais altas  taxas de impostos da Europa, embora sejamos dos mais pobres, sempre permitimos que a banca pagasse muito menos que qualquer outra empresa, que fizesse negociatas em off-shores sem cobrar impostos e aplicasse taxas e mais taxas sobre os seus clientes. Isto apesar de os seus lucros serem de centenas de milhões de Euros e não tenham parado de os aumentar ao ritmo de 20 ou 30% ao ano, mesmo nos anos de crise.
Neste PEC III, em que tudo aumentou menos os salários que diminuiram, foi finalmente lançado um novo imposto sobre a banca. Não se sabe ainda muito bem de quanto será nem que buracos vão ficar na lei para lhes permitir contabilidades coloridas, mas já se sabe que este imposto não vai financiar a crise do país, mas sim ser uma espécie de seguro para a banca se algum banco tiver problemas.
Surpreendemente, foi o Presidênte do Banco do Estado, a CGD, que devia ter como tarefa ser justo e impedir que outros bancos praticassem a usura e o abuso sobre os clientes, quem veio já avisar que seremos nós, os utilizdores do banco quem vai pagar, Faria de Oliveira, que devia ser o primeiro a respeitar as regras, foi o primeiro a dar o aval aos outros bancos para atirarem a conta para cima dos clientes. Vão aumentar taxas, juros e tudo o que for ncessário para nos porem a pagar. Rouba-nos o governo com impostos e roubam-nos os bancos com taxas. Até quando?




Indignados Lisboa

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