Arquivo de 4 de Agosto, 2011

04
Ago
11

Os Silvas vão de férias para a Coelha

De partida para férias o Presidente da República, Cavaco Silva, escreveu uma mensagem no Facebook aos portugueses:
“Nesta época em que muitos podem abrandar o ritmo de actividade ou gozar uns dias de descanso merecido, muitos outros não poderão fazê-lo, ou vivem uma grande intranquilidade quanto ao seu futuro. Os portugueses estão hoje plenamente conscientes das dificuldades que enfrentamos e que exigirão um grande esforço para serem ultrapassadas. Por isso mesmo, este é o momento para recuperar forças e ânimo… para um novo ano, que será de grande exigência mas que deverá também ser, como tanto desejamos, de coragem e de esperança. Portugal não pode falhar o esforço de recuperação da economia e da confiança dos investidores internacionais, para o que é fundamental o contributo, a energia e a determinação de todos nós”.

Quando vejo o Cavaco a fazer estas retoricas em que fala muito para não dizer nada, em que tudo esprimido não é mais do mesmo, da necessidade de nos conformarmos com a nossa sorte e aceitar e trabalhar para servir os interesses dos mercados, só me apetece mandá-lo de vez ao “cócó”. Que vá usufruir dos bons negócios que fez na altura do BPN para a sua vivenda na Coelha, convide os seus amigos como o Dias Loureiro, ou os seus ex-ministros como o Mira Amaral, Que vá mas que se cale que já não há paciência para o ouvir. Desapareça.

04
Ago
11

Todos Cavaquistas, todos BPN

Sei que nos últimos dias tenho abusado da imagem de grupos de mafiosos para fazer os meus bonecos, mas quando olho para tudo isto que se passa à nossa volta é o que vejo. Atacam os nossos direitos e os nossos salários, aumentam impostos e preços, reduzem a quantidade e qualidade dos serviços públicos e  começam a desbaratar o que ainda resta do estado. O caso do BPN é um caso evidente. Vende-se o banco onde os contribuintes já “enterraram” mais de 5 mil milhões por 40 milhões e onde o estado ainda vai pagar o despedimento de mais de 750 trabalhadores, capitalizar o banco em mais 550 milhões e ficar com o resto do “lixo tóxico” e do crédito mal parado que por lá exista, sabendo que havia quem desse mais, (fala-se em 100 milhões) e se comprometesse a não despedir ninguém. A juntar a isto e, perante as dúvidas e indignação geral de muitos, o PSD e o CDS recusaram que os preteridos no negócio e até o próprio Ministro das Finanças, fosse ao parlamento dar explicações. O caso do BPN é o maior caso de trafulhices e roubalheira de toda a história portuguesa, (o Alves dos Reis era um anjinho comparado com esta gente), e não se vêm culpados em lado nenhum. Será que é porque a justiça é cega ou porque vê bem demais?




Indignados Lisboa

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