Arquivo de Abril, 2012



27
Abr
12

O Nero portugues

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26
Abr
12

Abraço de pedra

De os portugueses não aguentarem mais austeridade há um ano, neste mesmo dia 25 de Abril, para o discurso da esperança no futuro mesmo quando mais e brutais medidas de austeridade foram  aplicadas e os números até agora conhecidos das contas do Estado, do desemprego e da recessão são muito piores que o previsto. Este é o Presidente da Republica que temos. Infelizmente.

26
Abr
12

Viva a Escola da Fontinha

Activistas do movimento Es.Col.A reocuparam a Escola da Fontinha, no Porto, cerca das 17h45 desta quarta-feira.  A multidão espalhou-se pelo interior da escola, pátio e rua de acesso ao estabelecimento. As pessoas abraçavam-se, dançavam e cantavam “a escola é nossa”, como se estivessem num concerto de música festiva. Agora, o colectivo Es.Col.A promete retomar as actividades culturais e sociais que desenvolvia antes do despejo.


A melhor noticia deste 25 de Abril.

25
Abr
12

Quando ver uma cara é ver o coração

Sempre que o Miguel Macedo aparecia na televisão a minha companheira sempre afirmou que não gostava nada daquela personagem porque tinha ar e cara de nazi. Embora concordando com ela também sempre soube que cada um nasce com a cara que tem, e por mais horrível que seja ele não tem culpa. Agora que é Ministro da Administração interna tenho de concluir que há gente que quando lhe vimos a cara acabamos por também lhe ver o coração.

25
Abr
12

Abril em Portugal. Sempre

Por mais que façam ou aconteça uma coisa é certa um novo cravo de esperança chamado liberdade acabará sempre por florir. Podem reprimir os povos, mas nunca podem acorrentar os sonhos. 25 Abril, Sempre.

24
Abr
12

Exibicionismo policial

«PSP prepara tolerância zero nas «manifs» do 25 de Abril. Com o 38º aniversário do 25 de Abril a aproximar-se, assim como a celebração do 1º de Maio, a PSP recebeu orientação de impedir todos os desfiles ou acções de rua que não obedeçam aos procedimentos legais para a sua realização.É uma reacção ao que sucedeu a 22 de Março, dia da última greve geral.

Quem tem de assumir a tolerância zero contra a repressão e o fascismo somos todos nós. Este clima de intimidação publica e de criminalização dos protestos mais “ruidosos” e incómodos é que têm de ser banidos e não aceites por ninguém. Em Portugal não existem factos que comprovem nem que justifiquem este clima de opressão criado por um exagerado e visível corpo de segurança policial e muito menos de repressão activa. Não é aceitável que numa sociedade que se reclama democrática e livre se utilize a provocação e a força para calar protestos e indignação perante as mentiras e o abuso de poder que este governo representa e corporiza. A criação artificial pública do medo e a justificação antecipada da repressão que pretendem praticar sobre vozes incomodas que contestam, não só as politicas assassinas deste governo, mas o próprio sistema de ditadura dos mercados exigindo uma democracia verdadeira em que o poder esteja centrado nas pessoas e não na criação e sustento dos grandes grupos económicos. Mas, a indignação não se silencia e cada vez mais pessoas sentem na pele que o roubo aos seus salários e aos seus direitos só serve para alimentar a gula e a ganância dos mercados, mesmo que isso signifique que sejam atiradas para a pobreza e a miséria. A mudança faz-se na rua com ou sem exibicionismo policial porque a única coisa de que devemos ter medo é de ter medo.

24
Abr
12

Vitores nas finanças. Não obrigado

O ministro das Finanças, Vitor Gaspar, voltou a descartar a possibilidade de pedir às instituições que compõem a troika qualquer suavização das condições inerentes ao Programa de Assistência Económica e Financeira a vigorar em Portugal.

O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Vitor Constâncio, disse que Portugal deverá regressar aos mercados na data prevista.

A execução orçamental do primeiro trimestre está pior que a do ano passado, revelam dados divulgados hoje pela Direcção-geral do Orçamento. Há menos receita de IR, O défice do subsector Estado no primeiro trimestre foi quase o dobo do ano anterior e a despesa também registou um aumento significativo: 3,5% e na Segurança Social, onde a crise faz-se sentir quer nas contribuições recebidas, quer nas prestações pagas.

Isto de ter Vitores a mexer em dinheiro públicos parece não ser coisa boa. Um, para o PSD, passou de besta como Presidente do Banco de Portugal a bestial como Vice-Presidente do BCE. Não é bem assim que ainda por lá há quem não goste dele embora para o governo seja uma maravilha ter tal lambe botas a falar do alto do seu tacho. O outro é o Ministro das Finanças e mesmo perante os avisos, primeiro e a realidade dos números, agora, continua a negar a evidência e, como sempre acontece a realidade vai cair em cima daqueles que menos têm. É o preço que pagamos por deixarmos estes Vítores continuem o compadrio do poder.




Indignados Lisboa

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