27
Set
12

A partilha do saque

Ontem o Gang do Governo esteve reunido para discutir o Orçamento de Estado para 2013. Já sabemos que grande parte foi gasta a decidir como vão conseguir roubar mais dinheiro a quem trabalha e como o distribuir aos grandes grupos económicos, aos agiotas e aos amigos, mas também terão estado a decidir como vão dividir as migalhas que restam pelos serviços públicos que o Estado presta aos cidadãos. Quanto irão cortar na Saúde, na Educação, na Segurança Social, nos transportes e na Economia.


1 Response to “A partilha do saque”


  1. Setembro 27, 2012 às 19:13

    Penso que não devem ter muita coisa a discutir e/ou decidir, a agiotagem do FMI vs BCE vs CE vs Merkel vs banca, já lhes terão feito a papinha toda. Esta gente peca por falta de coragem principalmente e de decoro sempre, não governam para o Povo, limitam-se a ser intermediários de “coisa/s” mais sinistras e diabólicas que passam inevitavelmente pelo empobrecimento das populações e subjugação das mesmas ao poderio capitalista. É esta a missão do neo-liberalismo actual.

    Cabe-nos fazer uma de duas coisas:
    Ou resignar-mo-nos, ou lutar-mos.

    A burguesia, bem ou mais ou menos bem instalada e que apesar de alguns cortes mantém a seu estatuto, está resignada e espera que a “coisa” se componha, para além de defender com unhas e dentes a sua dama. Os outros, os lutadores, tentam sobreviver neste imenso emaranhado de promessas por vezes, de desilusões quase sempre.

    Solução, não a vislumbro a curto/médio prazo, a burguesia aliada sempre e sempre ao capital, criou um sistema labiríntico que será muito difícil sair, por muita vontade que tenhamos as coisas têm de ser vistas realisticamente, por agora eles estão a ganhar, apesar de aqui ou ali enfrentarmos o monstro com determinação e alguma coragem, ele mantêm-se quase intacto, finge que cai mas não cai, por muitos anos? Não sabemos. A não ser que, sim camarada, a não ser que estejamos preparados para enormes sacrifícios que inevitavelmente passariam por mudanças radicais na nossa forma “burguesa” de viver, uma delas seria paralisar totalmente o país. O governo caía, claro que caía e depois? Alternativas, onde estão? É preciso notar que nem toda a população está descontente. Guerra Civil? A seguir? Não, não a quero nem desejo.

    Defendo que o sistema deve ser “combatido” por dentro, com paciência e muita clarividência, as últimas iniciativas assim como as próximas são um dos caminhos, mas há mais, muitos mais.

    Vemo-nos por ai.
    Abraço

    Já me esquecia, excelente boneco.


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