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Fev
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Ao correr do dedo

paulo portas toma

Já não sei o que fazer ou escrever aqui. Tanto tempo, tanta velhacaria desta gente que já fez do pior, desde roubar direitos, salários, vidas, esperanças, futuros e sei lá que mais, que já se vendeu a todas as mordomias, mercados, grandes corporações, à banca, à Alemanha, ao FMI, ao José Eduardo dos Santos, à filha, ao governo da China e do raio que os parta a todos, que tudo o que diga já foi dito e pensado e redito. Já lhes fiz o boneco de palhaços, burros, ladrões, mafiosos, assassinos, chulos, manequins, marionetas, diabos, belzebus, vampiros, santos e anjos e de tudo o que me lembrei. Não há imaginação que resista, que aguente. Não sei mesmo que mais fazer ou dizer a não ser continuar a fazer o que me sair na ponta dos dedos a cada instante. Se assim tem de ser assim será enquanto for porque não pode ser de outra maneira.


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