09
Jun
13

O big brother americano

obama big brother

O director dos serviços secretos dos Estados Unidos, James Clapper, criticou os meios de comunicação social por «revelações irresponsáveis» sobre os programas de escuta de comunicações privadas ordenados pelo governo.
Clapper, director da Agência Nacional de Segurança (NSA), disse também que a monitorização de comunicações digitais estrangeiras se realizam com o «conhecimento» das empresas de internet envolvidas.
«Durante a semana passada, assistimos à revelação irresponsável de medidas tomadas pelos serviços secretos para assegurar a segurança dos americanos», afirma James Clapper num comunicado.
As revelações trouxeram ao conhecimento público dois programas secretos da NSA, um relativo à recolha de dados das chamadas telefónicas nos Estados Unidos pelo operador Verizon, e outro denominado PRISM, que visava intercetar as comunicações de estrangeiros fora dos Estados Unidos em nove grandes redes sociais como o Facebook.
O programa PRISM «é legal», assegurou o responsável, sublinhando que tinha sido debatido no Congresso e que é «vital» para garantir a segurança dos Estados Unidos e dos seus aliados.

Este mundo está mesmo virado de pernas para o ar. O animal critica a comunicação social por revelar aquilo que é uma ilegalidade, um abuso e uma intromissão na vida privada dos cidadãos. Não que seja novidade que os Americanos se considerem os donos do mundo e que estão acima de qualquer legalidade. Fazem o que considerariam inaceitável se outros o fizessem, o que seria considerado como razão suficiente para considerarem esse estado como terrorista. As escutas e a monitorização, em nome da sua segurança e dos seus aliados não iliba nem justifica a ilegalidade e o desrespeito total pela liberdade e independência de outros povos, assim como os seus assassinatos sem mandato nem julgamento não deixa de ser um crime e uma prática terrorista que deveria ser condenado por todos. Mas já estamos habituados e o que custa mais é ver o silêncio e o colaboracionismo dos nossos governantes e os de outros países tão ciosos em falar de direitos humanos, justiça e liberdade. Tenho vergonha desta gente e da sua sabuja reverência ao dono americano.

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