Archive for the 'PS' Category



19
Dez
12

Uma coisa que não é coisa nenhuma

antonio jose seguro tocador de flauta

Hoje não sei porquê apetecia-me fazer alguém ou alguma coisa que não servisse para nada. Mal cheguei ao computador, embora personagens irrelevantes não faltem por aí,  foi fácil decidir, só podia ser o António José Seguro, que sem saber como um dia destes ainda chega a Primeiro-ministro sem nada fazer por isso ou o merecer. Num país em que o poder é uma exercício de alterne, em que a comunicação social, pertença dos grandes grupos económicos e ao seu serviço, condicionam a liberdade e a democracia com mentiras e enganos, as ditas alternativas não passam de meros piões no jogo do sistema, nada é muito difícil prever. Ao Seguro, um mais um Jotinha, parece bastar-lhe sentar-se e calmamente esperar que o governo lhe caia nas mãos. Claro que há sempre o perigo, se deixar que os aldrabões que nos governam se aguentem por lá, de que no PS alguém se impaciente ou seja mordido pelo bichinho do poder e lhe puxe o tapete debaixo dos pés. Para sua sorte o António Costa parece preferir ir directamente para o lugar do Sr. Silva sem passar pelo governo.

A pergunta que me vem à cabeça é se ainda não será desta que vamos acordar e perceber que toda esta gente que se alimenta do sistema não é realmente uma alternativa séria. Só com uma mudança real, recusando mais do mesmo, exigindo uma real democracia mais directa e participativa e a recusa de participar nos jogos dos mercados especuladores que nos controlam com dividas forjadas para nos roubarem direitos e a própria dignidade como pessoas, podemos ter esperança. Até quando vamos continuar a aceitar ser condicionados e enganados por esta gente?

21
Nov
12

A canção dos gatunos

A direcção do PSD voltou esta noite a apelar a António José Seguro que participe no debate sobre a redefinição das funções do Estado, argumentando que o PS tem “responsabilidades especiais” e a “obrigação” de entrar nessa discussão. “Existe a obrigação de todos de participarem no debate estrutural do Estado por razões de qualidade dos serviços e também por razões orçamentais”, disse Moreira da Silva, lembrando que a maioria quer concluir essa redefinição “do ponto de vista conceptual das funções do Esrtado” até Fevereiro. Num reiterado apelo ao secretário-geral socialista, António José Seguro, o vice-presidente do PSD repetiu: “O PS não pode deixar de estar presente”. O Governo quer cortar até 2014 quatro mil milhões de euros em despesa.
Moreira da Silva desafiou ainda os socialistas “a clarificarem” a sua posição sobre a despesa pública. ” Ou assumem que querem reduzir a despesa para evitar aumentar impostos, como nós queremos, ou decidem que não se deve reduzir despesa mas têm que assumir que querem aumento de impostos”,Esta gente é mesmo reles. Primeiro sobem os Impostos a um nível que se torna insuportável para os cidadãos e para a própria economia do país, destruindo empregos e empresas e agora vêm matar o estado social com a ameaça de ou isso ou mais impostos. Esta “refundação do Estado Social” que querem ter pronta até Fevereiro vai ser mais um ataque à dignidade e a condenação à mais profunda miséria e até à morte de milhares de cidadãos. É por o saberem e também porque para muitas das mudanças que desejam fazer necessitarem de alterar a Constituição que esta cambada de gatunos vem pedir batatinhas ao PS. Assustador é saber que este PS não é de confiança e, em troca de alguns favores ainda lhes faz o favor. Se o país já está mal, se as pessoas já passam por enormes dificuldades imagine-se o desespero quando as reformas forem cortadas, o Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública destruídos e os apoios sociais cancelados. Claro que tudo isto não será feito de uma vez só, mas vai ser colocada a primeira tábua no caixão onde nos pretendem enterrar. Ou se calhar nem isso porque, para está escória da sociedade que assaltou o poder, uma vala comum serve-nos muito bem.
Está na hora de dizermos definitivamente não, de correr com a bandidagem e construir uma sociedade mais justa, mais assente numa verdadeira democracia participativa, na liberdade de escolhermos o nosso próprio caminho e na dignidade de todo os ser humano. Não pode ficar para amanhã tem de começar já hoje e todos, mas mesmo todos, têm de sair para a rua impondo a mudança.
02
Out
12

O homem da Varinha Mágica

António José Seguro afirmou durante a reunião da Comissão Nacional do PS «A manifestação que houve no dia 15 de Setembro foi maioritariamente e esmagadormente contra as políticas do Governo, mas há uma parte daquela manifestação que também é contra a forma como se faz política em Portugal. E o Partido Socialista tem que entender isso».  «Essa gente que sofre, precisa de nós, e a nossa responsabilidade, que estamos na política, é de encontrar soluções para essas pessoas e não a varinha mágica que tudo se resolve de um dia para a outra».

Este “Passos Coelho” do PS, quando parece que o governo lhe pode cair ao colo sem nada ter feito para isso, como tinha acontecido com o Coelho, também vem com a conversa do falar verdade, do não enganar e depois viu-se como foi. São gente vinda das Jotas partidárias, que nunca fizeram nada na vida que não seja puxar cordelinhos nos aparelhos partidários. Este, o Seguro,  diz não ter uma varinha mágica para resolver os problemas, que como já podemos adivinhar desde já só irá agravar fazendo uma politica que não será muito diferente do Coelho. O que talvez devêssemos fazer era uma cotização, oferecíamos-lhe um “varinha mágica” e mandávamos o homem para a cozinha. Quem sabe não se perdia um mau político e se ganhava um bom cozinheiro.

24
Set
12

“Se o Governo mantivesse a sua proposta TSU, significaria que o PS apresentaria uma moção de censura, não havendo uma proposta do Governo, naturalmente eu cumprirei a minha palavra”, afirmou António José Seguro.

Ou me engano muito ou este PS ainda acaba por optar pela violência e por mais abstenção no próximo Orçamento de Estado. Muitos mostraram alguma admiração quando se referiu no ano passado a “abstenção violenta” não compreendendo que de facto aquela abstenção foi uma violência enorme, não contra o orçamento ou o governo, mas contra a maioria os portugueses. Talvez fosse bom que pensássemos em outras alternativas para o futuro que não passassem por esta governação de alterne, ou alguém acredita que a democracia é só podemos escolher entre dois males menores por medo de tudo o que seja diferente? Porque não é.

10
Set
12

António José, o Inseguro

21
Jul
12

Mais um casamento por conveniência?

Será que virão a caminho mais abstenções violentas ou inconstitucionalidades sim mas só se forem pela metade?

20
Jul
12

Políticos. Como os vejo. António José Seguro

 

Sonha em um dia ser um grande bailarino, mas nem sempre sonhar é suficiente, também é necessário ter-se jeito o que não é o caso. Não é com abstenções violentas e inconstitucionalidades só pela metade que lá irá. Fazer o mesmo que os outros tendo como unica diferença o fazer com menos brutalidade não resolve, só prolonga o sofrimento.

09
Jul
12

Triste alternativa

O António José Seguro sempre me pareceu ser uma personagem errada, no momento errado, por ser uma cópia barata do Sócrates e demasiado parecido com o Passos Coelho para lhe ser alternativa credível. São todos demasiadamente iguais no percurso e na forma como chegaram à liderança dos seus partidos. Vieram das juventudes partidárias, onde fizeram a sua aprendizagem politica, com todos os defeitos e vícios que isso cria, só chegaram ao poder quando as alternativas estavam esgotadas e, mesmo assim, por serem homens do aparelho que durante anos manobraram as estruturas dos respectivos partidos. Sem ideias nem ideais tudo o que ambicionam é o poder.

Sendo assim que alternativa é o Seguro? Basta ver as suas posições, a sua abstenção violenta para se perceber que nenhuma. Andou a defender que só se deveria ter cortado um dos subsídios para se mostrar mais simpático que o governo sem ver que com isso apoiava a ilegalidade que agora o Tribunal Constitucional veio provar. Vem agora defender que a solução para o país é prolongar o “reinado” da Troika por mais uma ano como se isso resolvesse alguns dos problemas do país; desemprego, recessão, um país submisso ao grande capital especulador e sem uma economia produtiva que lhe permita libertar-se das amarras com que o tornaram dependente. Não apresenta soluções, só criticando sem ter uma resposta alternativa que não seja o prolongamento da agonia. Não questiona as soluções nem combate as ilegalidades, simplesmente tenta torná-las mais “cor-de-rosa”. Uma nulidade que mesmo assim ainda corre o risco, ou melhor nos faz correr o risco, de um dia chegar a Primeiro-ministro. Mais do mesmo para que tudo fique na mesma.

21
Maio
12

Uma comédia sem graça nenhuma

O chefe do Governo chamou à residência oficial o líder do principal partido da oposição antes da cimeira europeia informal que se realiza na próxima quarta-feira. “Este gesto retoma um clima de diálogo que tinha sido interrompido”, congratulou-se Seguro depois de quase duas horas reunido com Passos Coelho.

23
Abr
12

Um menino que é uma tristeza

14
Abr
12

Desafinado

A disciplina de voto dos Deputados na Assembleia sempre foi algo que me causou alguma estranheza num regime que se apelidava de Democrático por ser limitativo da liberdade e da consciência de cada um. Pareceu-me por isso bem quando na altura da sua eleição o To-zé Seguro tivesse afirmado que iria libertar os deputados do PS dessa disciplina que só seria obrigatória para promessa eleitorais e para garantir a governabilidade do país. Mas, como todos os lideres fracos rapidamente as boas intenções se desvaneceram nessa fraqueza e emergiu a necessidade de se impor pela força do cargo.  Uma deputada já foi publicamente repreendida por ter votado contra as aberrantes leis do trabalho deste governo e agora vai impor a disciplina de voto a oito deputados que tinham afirmado ir votar contra o novo tratado europeu imposto pela Merkel e Cª.Lda. Infelizmente há, não só no governo, mas também por toda a oposição muito medo da liberdade individual e da democracia sem correntes e é por isso mesmo que a necessidade de uma democracia verdadeira e livre é essencial e urgente.
12
Abr
12

Pendurado e inseguro


04
Abr
12

Um partido tão partido que ainda se parte.
20
Fev
12

Punho rosa triste. Muito triste

 

13
Fev
12

Sonhos de um menino desajeitado e invejoso

 




Indignados Lisboa
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