Archive for the 'Parvoices' Category



21
Ago
12

Eram térmitas mas já é caruncho

O líder do PSD-Madeira, Alberto João Jardim, considerou que foi o Governo Central, de coligação PSD/CDS-PP, a dar o primeiro passo de separatismo ao remeter ao arquipélago o pagamento da sua dívida. “Quando um Estado como Portugal diz ‘amanhem-se lá na Madeira e paguem o que fizeram’, está dado o primeiro passo de separatismo, mas quem deu o passo foi o Governo de Lisboa”.

Dê-em lá a independência ao homem e não se pensa mais nisso.

31
Jul
12

Um “safari” prisional

 

Sei que o acontecimento não é novo e refere-se a meados da década de 90 mas já nessa altura o Miguel Relvas mostrava as qualidades humanas que se lhe conhecem. Como presidente Comissão Parlamentar da Juventude visitou a cadeia de Coimbra onde fez o seu discurso começando por agradecer a oportunidade de ali estar porque “É sempre importante conhecer os presos no seu habitat natural”.

27
Jun
12

Um Eixo para o Iraque


“Portugal não representa meramente um mercado de cerca de 10 milhões de consumidores. Tem um conjunto de relações privilegiadas a nível cultural, linguístico, económico e empresarial com várias regiões do globo, passando pelos países de expressão oficial portuguesa, pelo norte de África e o continente americano, pelo que nos devemos posicionar como eixo geoeconómico estratégico entre o Iraque e estes espaços regionais”, afirmou o ministro Álvaro Santo Pereira.
»

Oh homem, vai vender pasteis de nata para o Canadá e cala-te. É que de uma personagem cómica já está a atingir o ridículo. «Portugal pode posicionar-se como um “eixo geoeconómico estratégico” para o Iraque, através da geografias com as quais tem “relações privilegiadas”. Interne-se o Ministro ou melhor enviem-no como delegado comercial permanente para o Iraque. Só fico com pena é dos Iraquianos que depois de uma invasão dos Americanos teriam de sofrer uma provação ainda maior, aturar o Álvaro.

 

 

21
Jun
12

Já não há paciência

 

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, acusou os sindicatos do sector dos transportes de exercerem “chantagem” nas greves que estão a realizar e de o Governo ter “demonstrado enorme paciência” em relação à situação.

Oh Álvaro, paciência de santo temos demonstrado todos nós para te aturar. Ao principio fazias-nos rir com os teus disparates, depois preocupar-nos com a tua incapacidade mas agora já irritas com a tua arrogância. Os trabalhadores não fazem chantagem, fazem greve, um direito consagrado na constituição de qualquer regime democrático. Nenhum trabalhador faz greve por prazer ou só para irritar um Ministro. Se a faz, perdendo dias de salário, é porque considera importante lutar por direitos e pelo seu posto de trabalho. Um governo não tem de demonstrar enorme paciência com a situação, tem de governar. Se isso lhe tira a paciência então estou certo que o sector de transportes cancelará qualquer greve para o Álvaro poder apanhar o avião de volta ao Canadá de onde nunca devia ter saído. Portugal não necessita de pantomineiros nem  incapazes na condução dos seus destinos. Portugal não necessita nada do Álvaro que não seja ir-se embora. Prometemos que de vez em quando lhe mandamos um pasteis de nata.

16
Jun
12

O Rei Portas e o patético Álvaro


«O ministro dos Negócios Estrangeiros anunciou hoje a assinatura de oito contratos fiscais com empresas que resultarão num investimento de 157 milhões de euros na economia portuguesa e contribuirão para criar 352 postos de trabalho.
O Estado português vai conceder incentivos fiscais no valor de 10% deste investimento, cerca de 15 milhões de euros.

Pobre Álvaro, o Miguel Relvas tirou-lhe o “Impulse Jovem” sendo ele a anunciar o programa e agora vem o quase invisível Paulo Portas, (só aparece para dar boas noticias e desaparece quando as coisas estão a correr mal) anunciar investimentos na economia. Se é grave a falta de respeito que todo este governo mostra por ele, mais grave ainda é a falta de respeito que ele mostra por si próprio ao não bater com a porta e voltar para o Canadá. Demita-se.

11
Jun
12

O Democrata Rui Rio


«O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, defendeu hoje que as autarquias muito endividadas deveriam ser geridas por uma comissão administrativa e não ter eleições.
“Quando uma câmara está excessivamente endividada, quem vier depois a ganhar eleições não tem margem para tomar qualquer decisão política. As câmaras endividadas não deviam ter eleições, mas sim uma comissão administrativa para a gestão corrente, até estarem equilibradas”, defendeu.»

Será que o Rui Rio também pensa o mesmo em relação aos países endividados? Será que como a Manuela Ferreira Leite defende a suspensão da Democracia por seis meses, ou preferirá seis anos ou seis décadas? Quem escolhe qual a dita “comissão administrativa”? Ele?
Estes democratas de merda quando se encontram no poder não pensam em mais nada que em mantê-lo a todo o custo não olhando a meios. O que realmente os lixa é que quando abrem a boca e se esquecem de mentir, dizem aquilo que realmente pensam. Esta é a gente que nos governa, que se diz muito séria e muito competente, mas na realidade para eles que consideram-se os donos disto tudo e o “povo” não passa de um empecilho para as suas ambições de poder.

01
Jun
12

O Burro de Troia


“O único problema que existe neste momento [na União Europeia] chama-se Grécia”, afirmou Cavaco Silva em Sidney.
Anda o mundo preocupado com a banca, a recessão, o desemprego, as dívidas e os défices e eu sei lá que mais um pouco por toda a Europa e sobretudo nos países do sul  e afinal essa grande sumidade da economia sabe que tudo isso se resume num único problema; a Grécia. Hoje já vou dormir mais descansado.

24
Maio
12

Atropelado pela realidade


O Conselho das Finanças Públicas (CFP) alerta que as previsões macroeconómicas feitas pelo Executivo “parecem basear-se em hipóteses excessivamente optimistas”, o que pode colocar em causa os objectivos para o défice.

As previsões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) são pessimistas no seu relatório sobre previsões económicas, adiantando que Governo terá de implementar novas medidas de austeridade, além das que já estão previstas no programa. O aumento do desemprego e nível do défice mais elevado também contribuem para estas previsões, uma vez que a OCDE prevê que a recessão no País dure, pelo menos, até 2013, uma vez que a economia portuguesa vai recuar 3,2 por cento este ano e outros 0,9 por cento durante o próximo, enquanto o desemprego se fixará nos 16 por cento.

Nada parece correr bem ao Gasparzinho que não acerta numa única previsão mas isso não deve surpreender ninguém pois há muito que avisos não faltam para a calamidade social e a irresponsabilidade que representa atirar mais austeridade sobre um país em recessão. Se foi avisado e nada muda já custa acreditar que seja só por incompetência. Uma teimosia para que já começa a faltar respostas e talvez por isso atira aos bichos o pobre do Álvaro do Coiso.
Há muito que este governo está ferido de morte tanto na sua competência como na sua honestidade e seja pelo caso do Relvas seja pelo desastre económico que está a causar é urgente a sua demissão. Com gente desta não há esperança e só podemos esperar mais austeridade e pobreza.

21
Maio
12

Uma comédia sem graça nenhuma

O chefe do Governo chamou à residência oficial o líder do principal partido da oposição antes da cimeira europeia informal que se realiza na próxima quarta-feira. “Este gesto retoma um clima de diálogo que tinha sido interrompido”, congratulou-se Seguro depois de quase duas horas reunido com Passos Coelho.

10
Maio
12

Este nem com um milagre de Fátima lá vai

O economista João César das Neves defende que o problema da Saúde em Portugal não tem que ver com dinheiro, mas é religioso, sustentando que «o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não existe, é uma ficção».
……..
O professor de economia da Universidade Católica afirmou ainda que «falar sobre o SNS é como discutir a paz no mundo, a fome em África, a globalização», acrescentando:«É apenas uma maneira de fazer congressos em sítios simpáticos».
A verdade, defende, é que o SNS é uma entidade abstrata e «aquilo com que temos de nos preocupar é com aquilo que é real, com as pessoas e os prestadores de cuidados de saúde que nos são próximos».
Contudo, João César das Neves afirmou ainda que «o problema da pastoral da saúde não é tratar dos pobrezinhos, que isso até os comunistas e os ateus o fazem».
…….
João César das Neves, contudo, reconhece que «a despesa é absolutamente brutal» e que «por isso é que o setor da Saúde está em dieta», porque «sofre de obesidade, fuma, é sedentária e já mudou de médico várias vezes, sem melhorar». Como resultado, disse, a Saúde em Portugal «sofre de tensão alta, tonturas e depressões».

Se há dias em que questiono a minha sanidade mental, mas depois leio algo do César das Neves e compreendo que anda por aí muita gente a falar nas televisões e a escrever nos jornais que, ou o faz para que eu enlouqueça de vez, ou não bate bem da cabeça. Vindo de quem vem já não devia estranhar pois este individuo é autor dos mais alucinantes textos que tenho lido por aí, mas mesmo assim ainda me consegue surpreender. Podem ler todo o artigo [AQUI].

17
Abr
12

Impostos e a curva de não sei quem

Há uns tempos ouvi um daqueles economistas que as televisões gostam de por a debater para no fim todos chegarem à mesma conclusão, o inevitável sacrifício dos nossos direitos, falou da Curva de um outro economista qualquer que nem tenho paciência para ir procurar o nome, que demonstrava que existe um ponto a partir do qual o aumento de imposto não produz mais receita, pelo contrário a reduz. Com muitos impostos a economia estagna, cresce o desemprego, as famílias têm menos rendimento disponível para gastar, reduz-se o consumo e baixam as receitas dos impostos. Isto é, há um ponto a partir do qual não se pode espremer mais a vida das pessoas porque já não deita sumo. Não me parece que seja necessário ser economista, ou esperar que venha um inventar uma curva num gráfico para nos dizer isso pois é uma evidência. Só para este Gaspar e este governo parecem acreditar que não existe lógica no pensamento económico e que a mesma causa nas mesmas situações podem dar resultados diferentes. Pagamos nós hoje e ainda vamos ter de pagar muito mais quando esta politica criminosa estourar.

13
Abr
12

Um aborto laranja

A inseminação artificial segundo Passos Coelho
Passos Coelho descobriu um destino a dar aos serviços públicos de excelência, divide-os em bocados pequenos e usa estes para os inocular nos outros serviços que apresentem problemas de qualidade, isto é, usa-os num processo de inseminação artificial com vista à sua clonagem.
Esta é a teoria do Passos Coelho que entende que os portugueses são idiotas, a realidade é outra, ao desmembrar os serviços de excelência está a destruí-los e a promover a competitividade dos serviços privados. Ao encerrar a Maternidade Alfredo da Costa o governo está a promover o negócio das maternidades privadas que em tempos já floresceu em Lisboa. Só que a partir de determinada altura a classe média e os mais endinheirados percebeu que era melhor esquecer a criadagem dos hospitais privados e apostar na qualidade dos públicos, o negócio privado caiu.
Um serviço público de excelência não tem boas equipas por coincidência, é o resultado de um processo que demora anos, a qualidade atrai profissionais de qualidade mesmo quando a remuneração não é estimulante, as equipas de qualidade criam condições para investigar e promover novas técnicas e o uso de novas tecnologias. Ao distribuir as equipas da MAC o governo não está a destruir excelência, está a destruir o ambiente que favoreceu essa excelência e está a criar condições para que os hospitais privados contratem os excelentes médicos da MAC que não vão querer servir para “inseminação”.

O que Passos Coelho pretende não é melhorar o SNS ou poupar dinheiro, é destruir a concorrência que um serviço público de excelência faz ao sector privado, é isso que o irmão Macedo pretende, conseguir com o que não conseguiu como gestor da MEDIS; assegurar que o sector privado passa a ser competitivo e ter uma grande fonte de receitas num sector onde ficou sem clientela, a maternidade.

Texto “roubado” ao blog “O Jumento
08
Abr
12

 

06
Abr
12

As crónicas do Professor Martelo

O Professor Martelo já devia ter vários recordes inscritos no Guiness, a começar na pessoa que mais fala de coisas que não entende nada, a que mais veneno insuflou na politica e da mais longa pré-campanha eleitoral para a Presidência da Republica. É sobretudo essa pré-campanha que parece balizar tudo o que diz e todas as suas opiniões. Recentemente quando atiçou o António Costa contra o Seguro na tentativa de que ele tentasse concorrer à liderança do PS mais não tentou fazer que afastar o mais que provável candidato do PS à presidência. Como politico sempre foi uma negação como provaram a sua liderança no PSD ou as eleições sempre perdidas seja para Primeiro Ministro ou Presidente de Câmara. Como comentador não passa de um cómico que, sempre sorridente e bem disposto, não pára de largar veneno. Uma personagem que acaba sempre por me fazer perder tempo a dedicar-lhe um post por ser irrelevante mas a quem não consigo resistir ao prazer de lhe fazer um boneco. Que se lixe, afinal se faço este blog é por ser o espaço onde faço o que me apetece e digo o que quero, mesmo que não diga nada de jeito.
05
Abr
12

Um Ministro sem bitola nenhuma


A linha de bitola europeia de Sines para Badajoz que o Governo quer construir, com início já em 2014 a fim de facilitar as exportações portuguesas para a Europa. não tem continuidade assegurada nos mais de 1000 quilómetros que separam Badajoz da fronteira francesa, não existindo por parte de Espanha qualquer plano calendarizado para a sua construção.

Este Álvaro é um pandego, quando andava lá pelo Canadá lembrou-se disto e na sua cabecinha esqueceu-se deste pequeno detalhe, após a fronteira ainda ainda existe um país chamado Espanha. Já não bastava ao super ministro ser desrespeitado por todos no governo, gozado por todos nas ruas e ainda vem a publico mostrar a sua incompetência. Andavam todos a chatear-lhe a tola e agora até a bitola. Mandem lá o homem para o lixo que este nem reciclado lá vai.




Indignados Lisboa
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