Posts Tagged ‘Alvaro Almeida Santos

26
Mar
13

Os super-ministros

alvaro santos pereira assunção cristas super ministros o final

 

Antes que venha uma remodelação que se livre deles aproveitar para lhes fazer mais uns bonecos. Não sei se haverá a remodelação, teimoso como é o Passos Coelho, não sei se ambos os super-ministros dos super-ministérios se irão embora, o que seria um alivio para o país, mas sem dúvida nenhuma que são daqueles que vão fazer falta a este blog. Então um personagem como ao Álvaro não será fácil de substituir.

15
Set
12

Tão amigos que eles eram

 

09
Ago
12

Os deslocados da vida


«O Estado gasta mensalmente 15.800 euros com o subsídio de alojamento que é pago aos membros do governo (e chefes de gabinete) que têm a residência de origem a mais de 100 quilómetros de Lisboa. No total são anualmente 189.600 euros.
Actualmente, um ministro, nove secretários de Estado e seis chefes de gabinete recebem o subsídio. De acordo com os despachos até agora publicados em “Diário da República”, Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia, é o único titular de uma pasta governamental a receber este apoio.

Dividindo isso por todos a coisa dá quase mil euros mensais por cabeça o que não é nada mau num país onde o ordenado mínimo é de 500 euros. Mas, parece-me bem que quem tem de abandonar a sua casa e muitas vezes a sua família para servir o país possa ser compensado por isso. Gostava era de saber porque não recebem idêntico tratamento os professores, os médicos, os enfermeiros e outros funcionários que todos os anos são obrigados a saírem das suas casas para também eles servirem o país, ensinando, tratando ou prestando serviços essenciais ao país e aos portugueses. Já agora porque não todos aqueles que, seguindo o conselho do Primeiro Ministro, foram obrigados a emigrar por o seu país não conseguir dar-lhes a possibilidade de terem um trabalho e um futuro digno. Será que Ministros, Secretários de Estado e Chefes de gabinete pertencem a uma raça diferente?

08
Ago
12

Mais um choque nos consumidores

Governo agrava factura da luz e do gás com novo sobre-custo. Apesar do Governo ter decretado ‘tolerância zero’ às rendas excessivas e sobre-custos no sector energético, os consumidores vão ser penalizados com um novo encargo na factura da electricidade e do gás natural. O Executivo prepara uma nova medida que obriga as empresas do sector e as famílias a pagarem todos os custos associados à supervisão, acompanhamento e fiscalização das concessões de electricidade e gás natural que, até agora, eram suportados pela Direcção-Geral de Geologia e Energia. (Os consumidores de electricidade pagam hoje quase tanto em subsídios como em energia. Estes encargos pesam hoje mais de 40% no bolso das famílias.)

Não tarda nada ainda nos vêm dizer que é mais uma medida para incentivar a economia e facilitar a vida aos portugueses. Depois de venderem a EDP ao governo chinês, de aumentos brutais no ano passado, vários aumentos este ano, inventaram agora mais esta para agravar ainda mais os orçamentos familiares. É só sacar tudo o que podem e quem paga são sempre os mesmos. Há quem diga que este governo pretende fazer um retrocesso civilizacional nas condições de vida dos portugueses colocando-nos na década de cinquenta do passado século, mas eu digo que o que desejam é voltar ao século XIX, com trabalho sem direitos e iluminação à luz da vela.

24
Abr
12

Exibicionismo policial

«PSP prepara tolerância zero nas «manifs» do 25 de Abril. Com o 38º aniversário do 25 de Abril a aproximar-se, assim como a celebração do 1º de Maio, a PSP recebeu orientação de impedir todos os desfiles ou acções de rua que não obedeçam aos procedimentos legais para a sua realização.É uma reacção ao que sucedeu a 22 de Março, dia da última greve geral.

Quem tem de assumir a tolerância zero contra a repressão e o fascismo somos todos nós. Este clima de intimidação publica e de criminalização dos protestos mais “ruidosos” e incómodos é que têm de ser banidos e não aceites por ninguém. Em Portugal não existem factos que comprovem nem que justifiquem este clima de opressão criado por um exagerado e visível corpo de segurança policial e muito menos de repressão activa. Não é aceitável que numa sociedade que se reclama democrática e livre se utilize a provocação e a força para calar protestos e indignação perante as mentiras e o abuso de poder que este governo representa e corporiza. A criação artificial pública do medo e a justificação antecipada da repressão que pretendem praticar sobre vozes incomodas que contestam, não só as politicas assassinas deste governo, mas o próprio sistema de ditadura dos mercados exigindo uma democracia verdadeira em que o poder esteja centrado nas pessoas e não na criação e sustento dos grandes grupos económicos. Mas, a indignação não se silencia e cada vez mais pessoas sentem na pele que o roubo aos seus salários e aos seus direitos só serve para alimentar a gula e a ganância dos mercados, mesmo que isso signifique que sejam atiradas para a pobreza e a miséria. A mudança faz-se na rua com ou sem exibicionismo policial porque a única coisa de que devemos ter medo é de ter medo.

07
Mar
12

O fim de um Super-Ministro

 




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