Posts Tagged ‘Ana Jorge

06
Maio
11

A barca do PS

Na barca do PS, que mete água que se farta mas nunca mais vai ao fundo, uns são repescados, outros agarram-se ao barco que anda tubarão esfomeado pelo poder por aí.

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24
Fev
11

A boa saúde da crise

A ministra da Saúde, Ana Jorge, admite a criação de um imposto para a saúde, embora considere que ainda não é altura para fazê-lo. «Não necessitamos no imediato, até porque seria necessário mexer na constituição», disse. Ana Jorge considera ser necessário o combate ao desperdício e o tempo de crise é bom para «por ordem na casa». Só aqueles que realmente necessitem devem usufruir de taxas moderadoras desde que fazendo prova de condição de recursos demonstrem necessitar.

Afinal para que usa o governo o dinheiro que desconto todos os meses? Pensei que a saúde estivesse aí incluída, mas pelos vistos vai deixar de estar. Mal seja possível já têm pensada umas mudançazinhas na Constituição para  retirar o tendencialmente gratuito que colocaram lá há uns tempos e claro a gratuitidade do Serviço Nacional de Saúde. E, esta crise até dá muito jeito, ao ponto de já considerarem que quem só pagar as Taxas Moderadoras está a usufruir de um apoio social. O PSD quer, o PS também diz que sim e os grandes grupos económicos ligados à saúde sempre o desejaram pelo que o SNS, uma das últimas conquistas do 25 de Abril, tem os dias contados. Talvez então este país perceba de vez que esta gente não é aquilo que necessitam e que estas politicas só os levarão a menos direitos e mais pobreza.

03
Fev
11

A vacina do sono


As autoridades finlandesas alertaram que as crianças que receberam uma das vacinas contra a gripe A têm um risco muito elevado de desenvolverem doenças do foro neurológico que provoca grandes perturbações do sono,
sublinhando que a associação observada entre a vacinação e  a narcolepsia, é de tal forma clara, que outros factores que possam explicar os fenómenos são bastante improváveis.
A Pandemrix, foi administrada em Portugal, a mais de 2 milhões de pessoas, por via do Ministério da Saúde, que continua a recomendar a vacinação.

Quando a campanha de vacinação começou em Portugal hesitei se seria bom ou mau dar a vacina aos meus filhos devido aos avisos que iam chegando de variadas proveniências. Decidi-me a não o fazer quando soube que na Alemanha os governantes  vacinavam os cidadãos com Pandemrix e a eles com uma outra vacina considerada segura. Hoje só me posso sentir contente com a minha decisão. O que custa a entender é que perante, não só mais um aviso, mas perante factos concretos insistam em continuar a vacinar as nossas crianças com algo que lhes pode causar danos perigosos. Retirar a vacina de circulação, pedir desculpa aos portugueses pela falta de cuidado e arrogância demonstradas e talvez a demissão pareciam-me atitudes bem mais correctas. Mas, quem espera atitudes correctas desta gente?

13
Jan
11

O sangue da saúde

Os preços dos serviços das Autoridades de Saúde Pública (ASP) foram alterados e publicados em Diário da República, sofrendo actualizações radicais. As juntas médicas especiais – que atestam incapacidade ou deficiência – custavam 90 cêntimos, com os novos preços passam para 50 euros. Até agora, a todas as vacinas era aplicada uma taxa de 15 cêntimos que passa a ser de 100 euros  contra a febre amarela  e 50 para a febre tifóide ou raiva. Já a actualização do preço das vistorias relacionadas com a sanidade marítima e dos pareceres para os estabelecimentos comerciais passa de 6 para 100 ou 400 euros). A justificação é a de que estes preços não eram actualizados há 40 anos.

Até podia ser à oitenta anos, que se esta forma abrupta de subida de preços não devia ser permitida, muito menos numa altura de recessão em que os Portugueses se preparam para levar cortes nos salários e pensões, o desemprego vai continuar a aumentar assim como todos os impostos, (do IVA ao IRS, passando pelo IRC e o IMI, combustiveis, …..) vão continuar a subir. Um Serviço Nacional de Saúde que de tendencialmente gratuito, já tem muito pouco de gratuito e cada vez menos de tendencial.
Antes, quando iamos ao hospital, tiraram-nos sangue da veia, agora onde primeiro espetam a seringa é na carteira.

24
Dez
10

O Buraco Negro da Saúde

A ministra da Saúde, Ana Jorge, disse que «não há nenhum buraco no orçamento do Ministério da Saúde».

Se ela o diz devo acreditar? Se calhar é melhor não!

03
Set
10

Quem se lembra da Velha Farmácia?

Centenas de medicamentos fundamentais para tratar o cancro, doenças raras e cardiovasculares saíram temporariamente do mercado ou deixaram mesmo de existir, estando a escassez por vezes relacionada com a desactualização de preços e baixa margem dos laboratórios.

Se um medicamento não dá o lucro que desejam, acaba-se com ele. Os doentes que necessitam dele que se lixem, que sofram e que morram. Os grandes laboratórios e as farmacêuticas não estão na saúde para o bem-estar das pessoas, para lhes retirar o sofrimento ou salvar vidas. Estão lá pela ganância e pelo lucro. Nunca são responsáveis pois não lhes é exigida nenhuma moral ou responsabilidade para com os cidadãos. Como em tudo, se não dá lucro a responsabilidade é passada para o Estado. A saúde é um negócio de biliões que alguns querem colocar nos seus bolsos. Acabar com a saúde pública transferindo-a para os privados tem sido uma batalha do grande capital desde o 25 de Abril. Muito já conseguiram e já há quem se proponha acabar o trabalho. Fala-se muitos dos milhões gastos pelos grandes laboratórios em investigação, mas nunca se refere que muitos deles gastam ainda mais em propaganda e a convencer os médicos, (em conferencias realizadas em hotéis de luxo em belos paraísos tropicais), a receitarem o seu medicamento. Quem está metido no negócio da saúde tem obrigações sociais que nunca deveria deixar de poder cumprir. A vida humana vale mais que qualquer lucro que se possa ter, ou pelo menos devia valer.

22
Ago
10

Como eu os vejo – Saúde




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