Posts Tagged ‘Ana Jorge



27
Jun
10

Saúde! Cada bolsa seu tratamento


A ministra da Saúde, Ana Jorge, pede aos médicos para avaliarem a situação económica dos doentes ao receitarem medicamentos.

Estranho, pensava que aquilo que os médicos deviam avaliar era a doença e qual o melhor medicamento para o seu tratamento. Seria ao estado que caberia avaliar a situação económica dos doentes e garantir que todos teriam acesso a esse medicamento. Mas, pelos vistos a nossa Ministra não pensa assim e os médicos devem receitar o melhor medicamento aos que provem poder pagá-lo e um menos eficaz aos que não o façam. Ou, talvez não seja isso que ela queria dizer, mas sim que os médicos devem receitar medicamentos mais caros a quem os possa pagar, mesmo não sendo o mais aconselhável, só para “ajudarem” os grandes laboratórios farmacêuticos. Certo, é que deseja que seja o rendimento do doente a decidir o tratamento e não a melhor opção clínica.

13
Abr
10

Calendário Outubro 2010 – ui que voltam as gripes

09
Abr
10

Brincar aos médicos


A Ministra portuguesa encerra as urgências em Valença e os espanhóis oferecem-se para abrir as urgências de Tui todos os portugueses que delas necessitarem. A diferença entre quem quer poupar na saúde dos utentes e de quem a vê como um bem público. Assim Valença está cheia de bandeiras espanholas. Triste sorte a de um país que, após séculos de luta pela independência vê o seu povo a preferir ser espanhol e o seu poder a vender-se por tuta-e-meia a uma Europa capitalista e controlada pelos Senhores da Nova Ordem mundial. Uma nova restauração necessita-se.

31
Mar
10

Faltam médicos, fazem greve os enfermeiros e encerram SAP’s

29
Dez
09

As prendas da saúde


Quando se fala do estado apoiar empresaspublicas que considere fundamentais para o país vêm logo as vozes e a paternal Europa dizer-nos que não pode ser, que é concorrencia desleal. Mas, haver um serviço publico de saúde, agora só tendencialmente gratuito, que tem de concorrer com outros privados, que cobram fortunas, nos ordenados pagos aos melhores médicos, parece ser considerado normal. Claro que quem perde são os que são obrigados a recorrer ao público que assim vê a qualidade dos serviços baixar. Sehá quem possa e queira pagar por serviços de luxo, então há que criar as condições para que os que não podem recorrer a esses serviços não sejam prejudicados. Se há quem queira ganhar dinheiro com a doença e o mal dos outros, pois que tenham de ajudar a pagar os serviços públicos.
Infelizmente, o alvo a destruir é o SNS transformando-o em algo tão mau que só recorra a ele quem não possa evitá-lo. Infelizmente é transformar a saúde de um povo num negócio de muitos milhões. Infelizmente, para alguns, o dinheiro continua a valer mais que a vida, (dos outros

30
Nov
09

As grávidas e a Sr. Ministra

Só 5 mil das 60 mil grávidas aceitaram ser vacinadas. A Ministra da Saúde, Ana Jorge, afirmou que situações como a das “duas mulheres que já morreram” e dos “dois recém-nascidos que ficaram órfãos – e os irmãos deles” – são “evitáveis”. Tal como o das outras grávidas actualmente em cuidados intensivos, que tiveram de antecipar os partos. “Não foram vacinadas e correm risco de vida”. Se uma grávida que foi desaconselhada a tomar a vacina da gripe vier a ter problemas, ou morrer, a responsabilidade ética é do médico.

Para a Ministra é fácil apontar o dedo aos médicos que aconselharam e aos cidadãos que recusaram tomar a vacina por não a considerarem segura de serem culpados das mortes que aconteceram. Claro, que no caso em que morreram fetos após a vacinação da mães já não pode ser associada à vacina. Pode ela garantir que estas crianças teriam morrido se a mãe não se tivesse vacinado? Podem os médicos que aconselharam a vacinação ser considerados eticamente responsáveis por estas mortes? Pode a Ministra garantir que as mulheres que morreram vítimas da gripe A não teriam morrido se a tivessem tomado? Pode ela garantir a 100% que os filhos dessas mulheres não poderiam falecer?
Porque tanto empenho e tanta hipocrisia para nos convencer a tomar a vacina? Será só por preocupação com a nossa saúde ou haverá mais alguma coisa por detrás disto tudo? Que deverão pensar todos aqueles que aceitaram correr o risco da vacinação e ouvem agora que afinal podem não estar protegidos devido às mutações que o vírus já sofreu? Vão aceitar ser vacinados de novo? Quantas vezes?
Cá em casa ninguém se vacinou nem vai vacinar com esta vacina. Um risco que aceitamos correr para evitar outro que considero ser ainda maior, o de a tomar.

26
Out
09

Até na vacinação da gripe dos porcos há uns porcos que são mais iguais que outros

ana jorge Francisco George vacina gripe porcos

As autoridades de Saúde estão preocupadas com a recusa de alguns profissionais em serem vacinados contra a gripe A. Muitos enfermeiros e médicos têm recusado a vacina por não considerarem a gripe tão grava como alguns apregoam e por a vacina poder causar mais problemas que a própria doença. Por mais que a Ministra e o Director Geral de saúde e todos os que orbitam á sua volta, venham dizer que serão os primeiros a tomar a vacina, critiquem o que dizem ser as “posições infundadas” de pessoal médico e afirmar que “É uma questão de responsabilidade”, a verdade é que muitos a recusam. Cá por casa também ninguém a vai tomar, sobretudo depois de sabermos que na Alemanha o governo pretende vacinar os governantes e o exército com uma vacina diferente daquela que vão distribuir pela população (a mesma que vai ser utilizada em Portugal). Parece que até na vacinação da gripe dos porcos há uns porcos que são mais iguais que outros.




Indignados Lisboa
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