Posts Tagged ‘Herman van Rompuy

09
Out
13

Em crise a lei é para cumprir só mais ou menos

durao barrosos Herman van Rompuy passos coelho caca TC

Depois do Durão Barroso vir avisar que se o Tribunal Constitucional chumbasse mais medidas do governo o “caldo estava entornado” foi a vez de um alto responsável do Eurogrupo afirmar que “É um Tribunal Constitucional activista comparado com qualquer outro Tribunal Constitucional que eu conheça” e que em momentos de crise é necessário mostrar mais flexibilidade. Começou por cá com as afirmações do Passos Coelho e agora já é a Europa a querer pressionar e a fazer chantagem sobre o país para obrigar a aceitar ir5 contra a sua lei fundamental. Se o nosso Presidente da Republica não fosse uma múmia a quem se esqueceram de avisar que tinha morrido, teria, de acordo com a sua função principal de defender o escrupuloso respeito e cumprimento da Constituição bem como a soberania do país, apresentado imediatamente um protesto por este abuso e pelo desrespeito pelas leis deste país. Aliás já deveria há muito ter posto o bandalho do Passos Coelho na ordem mas prefere manter-se no silêncio dos culpados. Um Zombie que não só não faz nem serve para nada como acaba a legitimar o desrespeito pela nossa lei fundamental e pelos direitos dos cidadãos. Agora é para permitir que nos roubem ainda mais mas um dia destes é para aprovarem leis que nos retirem o direito à indignação, à greve, à manifestação ou à liberdade de expressão. Afinal estamos em crise e com isso tudo parecem querer legitimar. Filhos-da puta.

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26
Maio
12

As Sereias da Europa


Cantam a salvação da Euro mas condenam a Europa  a morrer afogada nas sua própria austeridade. Se não taparmos os ouvidos ao canto desta gente estamos a caminho do nosso fim. 

15
Nov
11

A Nova De(s)mocracia Europeia

O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, sobre a nomeação de Mario Monti para substituir Silvio Berlusconi na liderança do governo, afirmou que a Itália «precisa de reformas e não de eleições»

Depois de proibirem o ex-Primeiro-ministro grego Papandreus de fazer um referendo ao povo grego sobre se queriam aceitar as novas medidas de austeridade que lhes eram impostas, de o substituírem por um homem de confiança do BCE, Lucas Papademos, chegou agora a vez de em Itália nomearem outro burocrata de confiança da UE para liderar a Itália e afastarem a necessidade de haver eleições antes de 2013. A democracia é coisa que esta Europa desdenha e cada vez mais repudia vivamente. Como se não bastasse que esta democracia representativa em que vivemso já pouco tenha de democrático, como provou a recusa em questionar os povos sobre os tratados que nos impuseram e possibilitar que quem é leito possa fazer o que quer, mesmo tendo sido eleito com base em mentiras e aldrabices, durante quatro anos sem haver um mecanismo que permita aos cidadãos correr com ele, chegou agora a hora de já nem quererem que os governos sejam eleitos pelos seus povos.
Os partidos mais à esquerda, os sindicatos e muitos cidadãos têm protestado nas ruas contra o aumento de impostos, pela redução de salários e roubo dos subsídios de férias e Natal, pela privatização daquilo que é publico e de todos nós, pelo aumento dos preços e destruição do estado social. é uma luta justa e que merece ser travada, mas mais importante, aquilo que realmente nos devia levar a todos a protestar e a ocupar as ruas era a exigência de uma verdadeira democracia em que todos tivéssemos o direito e o dever de participar nas decisões que condicionarão o nosso futuro. Um democracia mais participativa em que pudéssemos correr com os “Migueis de Vasconselos” da actualidade, onde pudéssemos exigir mais respeito e dignidade para todos recusando sermos tratados como mercadorias nas mãos de banqueiros e políticos corruptos. É numa nova forma de democracia que se encontra a resposta para um melhor futuro e não neste fascismo liberal escondido sob a mascara de democracia. Esta é a luta essencial e que permitirá a mudança.

21
Out
11

Eurobondes a motor

O presidente Durão Barroso anunciou os planos da Comissão Europeia para criar obrigações europeias, ‘eurobonds’, garantidas pelo orçamento comunitário, para financiar transportes. Não se trata, por isso, do projecto de ‘eurobonds’ em que muitos vêm a salvação para os problemas do euro.

Ainda me lembro do fatídico ano de 2009 em que despoletou a crise do sub-prime e o pânico que se gerou de que a economia mundial podia entrar numa grave recessão económica. Lembro-me de ouvir os pungente apelos ao não protecionismo e da opção de esquecer o défice em favor da luta contra a recessão. Obama, Merkel, Durão Barroso, e todos os outros defensores dos capitais o repetiram e autorizaram a ultrapassagem do limite ao défice. A Alemanha até nos vendeu dois submarinos e foram criadas facilidades e subsídios para incentivar a compra de carros novos.  Salvava-se assim a poderosa industria Alemã e Francesa de automóveis. à custa do aumento dos défices dos outros países. Mal passou a tormenta, logo os mesmos que incentivaram ao aumento do défice foram os mesmos a critica-lo e a exigir medidas duras  para o equilibrar.
Bastou agora o crescimento da Alemanha mostrar algumas debilidades e imediatamente surgem estes eurobonds que vão garantir mercado para a poderosa industria Alemã.
Quem paga manda e todos nós temos de assistir ao empobrecimento de muitos países europeus em nome da sua prosperidade. Afinal o mais caricato de tudo isto é que no fim quem paga somos nós e mesmo assim não mandamos nada.

21
Nov
09

O Teatro de marionetas europeias

O grupinho que manda na Europa mostrou uma vez mais que esta Europa é um saco de gatos em que os grandes países fazem marcação serrada uns aos outros. Afinal a escolha de um Presidente e de um Ministro dos Negócios Estrangeiros, para que a Europa falasse a uma só voz, acabou por ser substituída por mais duas Marionetas para fazerem companhia ao cara de Cherne.




Indignados Lisboa
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