Posts Tagged ‘João Semedo

22
Out
13

Os Senhores Doutotes

cavaco silva paulo portas passos coelho antonio jose seguro joao semedo jeronimo sousa dr house

 Com estes não há doente que resista.

02
Out
13

Bloqueio de Esquerda

catarina martins joa semedo gelados

Ia escrever aqui alguma coisa sobre o Bloco de Esquerda mas depois de fazer o boneco perdi a vontade. Realmente não vale a pena perder tempo. Esperemos é que tenham aprendido alguma coisa, coisa que duvido, e deixem de joguinhos e de serem capazes de assumir o que são e o que querem. Aprendam ao menos qualquer coisa com o PC e assumam quem são. Domina a CGTP e não o esconde quando a usa, cria movimentos de mulheres, pela paz, por tudo o que se lembram mas todos sabem as suas ligações partidárias. Façam o mesmo e deixem os movimentos sociais que já se debatem com tantas dificuldades da falta de mobilização deste povo e que não necessitam de ter essa dificuldade acrescida de um partido meter-se no meio. Deixem de fazer o papel de serem tão tão submissos ao sistema e contestem-no em palavras e acções. Confrontem-no abertamente sem quererem ter um pé em cada lado. Assim não são carne em peixe e ninguém gosta de engolir essa mistela. Assinem o que fazem e façam o que devem ou então um dia destes nem para lhes fazer um boneco servem.

30
Set
13

A viagem autárquica

antonio jose seguro jeronimo sousa paulo portas passos coelho joao semedo autarquicas 2013

Terminadas as eleições autárquicas em que mais uma vez os eleitos foram sufragados por pouco mais de 45% dos eleitores (47.36% abstenção, 3.86% votos brancos e 2.95% de votos nulos). Nesta corrida uns aguentaram-se no balanço da carroça autárquica outros deram um grande trambolhão.

Pode-se fazer ou não uma leitura nacional destas eleições mas uma coisa estou certo, se não fossem autárquicas, onde especialmente nos locais mais pequenos o conhecimento pessoal do candidato conta muito, o trambolhão do PSD seria muito maior e o CDS teria ido atrás. A abstenção teria batido recordes e amanhã estávamos a fazer manifestações a pedir a demissão do Pateta do Seguro.

24
Set
13

A oposição e o sistema

jeronimo sousa joaoa semedo catarina martins oposicao

Quase todos os “bonecos” que faço são dedicados ao governo ou então a uma ou outra cavalgadura que mostre o seu desrespeito pela dignidade de quem vive do seu trabalho ou está a ser atirado para a miséria. Mas, de quando em vez parece-me de bom tom também fazer aqui o boneco dos que passam a vida a falar para o boneco, sobretudo do Parlamento para cima, já que ninguém liga muito ao que dizem. Aquilo a que muitos comentadores, todos de direita, gostam de chamar de esquerda mais radical, ou seja aqueles que estão fora do arco do poder. São portanto partidos com assento parlamentar, que funcionam dentro do actual sistema e por isso não o desejam afrontar mas que contestam as politicas seguidas. Gente que fala alto mas bem sempre muito bem comportada.

Para quem como eu defende que o actual sistema politico e esta democracia representativa, velhinha de séculos, necessitam urgentemente de um upgrade acabam por ser mais uma barreira à mudança. São muitas, primeiro a ignorância e o bovinismo deste povo, depois do próprio sistema que está montado para garantir que a democracia de alterne funciona tornando quase impossível que outros que não os tais partido do tal arco e do tal poder lá possam chegar. Dominam todos os poderes, do legislativo ao judicial, do poder da comunicação social ao do grande capital. Temos depois estes tais partidos da oposição que combatem o governo mas travam mudanças mais profundas no sistema. Afinal eles vivem e alimentam-se também dele. Basta ver o movimento sindical para que isso se torne claro. Uma réstia de esperança de mudança ainda nasceu quando começaram a surgir movimentos sociais, infelizmente fracos e pouco participados, mas que, minados por dentro, ao fim de dois anos vemos esboroarem-se e serem absorvidos por estruturas nascidas do próprio sistema e acabando a não pedir uma verdadeira revolução de valores e ideias mas simplesmente uma contestação aos sucessivos governos. Grandes manifestações de seis em seis meses sem continuidade e, sempre no pressuposto de unir todos, sem sumo. Sem uma estratégia a médio prazo, sem apresentar alternativas ao sistema, acabam em simples manifestações de protesto contra esta ou aquela medida ou governo, finda a qual vai cada um para sua casa ver o futebol ou a novela da noite.
Então qual é a solução? Não me perguntem a mim que não sei. Se não há consciência politica nas pessoas, se os partidos da esquerda não o desejam, se a contestação não institucional também não o faz pouco resta. Só vejo a possibilidade de uma estratégia a longo prazo, uma estratégia que, paralelamente à contestação mesmo que só feita como actualmente, passe pela acção local, pela criação de espaços que funcionem fora do sistema e mostrem que ele não é a única alternativa. Espaços abertos, autogeridos e onde a voz de todos e cada um seja escutada e respeitada. Espaços onde as pessoas sejam o fim a alcançar e não simples ferramentas para produzir dinheiro como se ele  fosse o Deus todo poderoso e objectivo último. Troca de serviços, de tempo, solidariedade e cidadania. É lento, mas temos de criar estes exemplos, mostrá-los a outros e incentivar que eles se multipliquem em cada terra, em cada bairro, na consciência de cada um. Ou então, para os mais optimistas, esperar que um dia, perante a injustiça e a miséria, este povo finalmente se levante e imponha a mudança.

17
Jul
13

Eu tenho dois amores

antonio jose seguro paulo portas joao semedo 2 amores

Eu tenho dois amores
Que em nada são iguais
Mas eu tenho a certeza
De qual eu gosto mais
Mas eu tenho a certeza
De qual eu gosto mais
Eu tenho dois amores
Que em nada são iguais

Uma é loira e acontece
Entre nós poder perdura
Se uma aliança eu fizesse
Um governo que loucura

Mas a outra tão morena
Ela sabe bem o que fazer
Porque embora mais pequena
É de esquerda e quer poder

Eu tenho dois amores
Que em nada são iguais
Mas eu tenho a certeza
De qual eu gosto mais
Mas eu tenho a certeza
De qual eu gosto mais
Eu tenho dois amores
Que em nada são iguais

Meu coração continua
A saber o que fazer
É melhor amar as duas
Sem uma doutra saber

Para que este encanto não acabe
Vou fazendo reuniões
Pois já toda a gente sabe
Que vou ganhar as eleições

Lalala-rala-ralala
Lalala-rala-rala
Lalala-rala-ralala
Lalala-rala-rala
Lalala-rala-ralala

03
Jun
13

Mais uma aldrabice

antonio jose seguro jeronimo sousa joao semedo catarina martins venham a mim criancinhas

O líder do PS vai reunir com as chefias dos partidos representados na Assembleia da República na ‘demanda’ pelo consenso.

Como anda a ser tão mal tratada a palavra “consenso” na boca destes políticos. Consenso pressupões busca da melhor solução através do debate e não negociação de interesses partidários económicos ou pessoais. A actual forma de a politica ser exercida é uma fantochada,  uma corrente de enganos e favores. temos de exigir a mudança, a participação popular e a democracia verdadeira. Esta suposta convergência à esquerda é mais uma mentira, uma forma de tentarem dar alguma esperança, na esperança que isso crie a exigência e possibilidade de novas eleições. Depois ou governa o PS com uma maioria absoluta que já pede ou acaba coligado com o CDS a fazer mais do mesmo. E, isso até é natural já que as ideias do PS quanto ao pagamento da dívida, da renegociação, da subjugação à Europa e aos mercados estão bem mais próximas do CDS que dos partidos de esquerda. Mais uma mentira e mais um engano para apanhar tolos. Vamos ser tolos outra vez?

19
Maio
13

Enganos,desenganos, amores e traições…ou talvez não…ou não

antonio jose seguro joao semedo paulo portas passos coelho imagine me and you

 

10
Fev
13

Oposições e alternativas

antonio jose seguro joao semedo jeronimo sousa 3 esquerdas salvo seja

 O governo fez a primeira reunião para decidir onde vai cortar 4 mil milhões de euros no estado social. Tudo vai ficar decidido ante do fim do mês e isso faz prever que a indignação faça da manifestação prevista para dia 2 de Março mais um mar de gente nas ruas. As oposições já vieram dizer o que todos sabemos, que isto é a destruição do Estado Social, que é inaceitável, etc, etc, mas todos sabemos que com maioria absoluta tudo será aprovado e a miséria se agravará. Para que serve então a oposição? Para fazer discursos? Para se indignar? Para denunciar? Para Criticar?
Esta democracia em que vivemos é uma falácia e na realidade o que faz é impor uma verdadeira ditadura da maioria durante quatro anos, mesmo quando essa maioria é conseguida através da mentira, do compadrio e da aldrabice. Prometem muito nas campanhas eleitorais, dizem que vão fazer isto não vão fazer aquilo mas depois de eleitos fazem exactamente o oposto sob a capa da legitimidade eleitoral. Nas oposições, uns esperam que o poder lhes caio ao colo para garantir que o funcionamento da democracia de alterne e os outros esperam aumentar as votações e ganhar mais um ou outro deputado. No fim quem fica sempre lixado somos nós que vimos os nossos direitos serem-nos roubados e a injustiça e miséria crescer de dia para dia.
Podiam as oposições fazer mais?. Muitas vezes não mas quando se chega a um momento em que são as próprias bases da sociedade que são colocadas em causa, quando a constituição é desrespeitada todos os dias, quando o Presidente é um incapaz e não cumpre com o seu juramento de a defender, poder-se ia esperar que essa oposição travasse o processo, abandonando a Assembleia da Republica e criando uma crise politica que levasse a pelo menos haver novas eleições. Podiam mas não fazem.
Que alternativas nos restam então a nós cidadãos para mudar isto? Ou os portugueses passam a confiar em partidos em quem nunca mostraram confiar ou tem de se mudar alguma coisa. Nas acampadas e nos movimentos ocupie, muitas alternativas foram debatidas e encontradas. Para a comunicação social o importante foi passar a mensagem que tudo não passava de um protesto de jovens, sem alternativas nem soluções. Mas elas existem e passam sobretudo por um reforço e uma mudança naquilo a que chamamos de democracia. Uma democracia, que continua a ser aquilo que era indiferente aos avanços da ciência, do aparecimento dos computadores e da revolução digital e que lhe permitiriam ser muito mais directa, muito mais participativa e sobretudo muito mais escrutinavel. Deixou de fazer sentido que alguém seja eleito por um período de quatro anos e que durante esse tempo não tenha de prestar contas aos eleitores e que se possa portar como um autentico ditador. Todos os eleitos deviam poder ser demitidos no dia em que não cumprissem com o que prometeram ou quando perdessem a confiança de quem os elegeu. O poder devia estar em todos os momentos nas mãos de todos nós que deveríamos ser ouvidos sempre que fossem debatidos assuntos que interessam a todos nós. Não aquilo a que agora chamam de debate público que não passa de meia dúzia de comentadores contratados para fingir que debatem e no fim o governo aprova o que quer, como quer e quando quer. Era a nós, a todos nós que deveria ser entregue o poder de decidir, de escolher o caminho que desejamos prosseguir e isso só será possível com uma mudança dos sistema. É por isso que na tal manifestação de dia dois essa deveria ser a principal exigência. Não uma simples mudança de governo mas da forma como nos relacionamos com o poder. Os nossos sonhos não cabem nas urnas de voto que nos apresentam de quatro em quatro anos. Soluções há muitas, escolher as melhores só passa pela nossa vontade, por sairmos da nossa “zona de conforto” e irmos debate-las com outros que também acreditam na mudança. Está nas nossas mãos mas só será possível se todos o fizermos em conjunto.

01
Fev
13

Cada vez mais sozinho

passos coelho jeronimo sousa joao semedo jose antonio seguro alvaro santos pereira vitor gaspar so em casa

Era minha intenção de escrever sobre a remodelação do governo, de como os ratos começam a fugir do barco e de como outros o cobiçam. Era minha intenção mas já não é. Distrai-me, demorei tanto tempo a fazer o boneco que agora olho para o relógio e é tarde, tenho sono e amanhã o demónio do despertador toca logo às seis e meia. Fica o boneco e o apelo à vossa imaginação.

29
Jan
13

Vamos exigir a mudança

joao semedo jeronimo sousa o baile da assembleia

A ideia era fazer um texto a falar da cavalgada do BE sobre os movimentos sociais e o seu aproveitamento da sua capacidade de mobilização, mas encontrei esta imagem e não resisti. Agora faria muito mais sentido falar da responsabilidade que ambos estão a assumir na destruição do Estado Social e do país por não decidindo abandonar a Assembleia da Republica recusando pactuar com tudo isto e preferindo fazer lindos discursos de oposição que nada mudam. Na realidade tudo isto é mais do mesmo, porque só mostram a falta de coragem para avançar, seja abandonando a Assembleia seja promovendo o protesto popular utilizando o seu próprio nome, embora aqui também conte, e muito, o saberem que poucos os seguiriam.

Quer isso dizer que a manifestação de dia dois me Março é um logro? Não, há gente honestamente empenhada na sua realização, o manifesto que a convoca podia ter sido escrito numa sede do Bloco, mas não foi e o pedido da queda do governo é importante, não para que a democracia de alterne funcione mas sim para que se possa fazer um debate de politicas e soluções alternativas. Na minha opinião falta muito daquilo que foram as ideias originais que deram vida a estes movimentos, a democracia verdadeira, a responsabilização dos governantes a recusa do capitalismo dos Mercados e todas aquelas ideias que criaram a esperança em tantos de nós. Falta no manifesto do “Que se lixe a Troika” mas não tem de faltar na manifestação e nas ideias que para lá levarmos. A Manifestação de 2 de Março pode vir a ser uma data importante e que mexa com as nossas vidas, a forma como isso vai acontecer depende muito de nós e na forma como soubermos ser activos e como soubermos exigir esse futuro.

Pela parte que me toca apelo à participação de todos, a que tentem mobilizar todos os que puderem mas que o façam com as vossas ideias, exigindo o que consideram estar certo e ser justo e recusando que tudo isto desagúe simplesmente numa mudança de caras e não numa nova forma de fazer politica mais humana, mais justa e numa democracia mais participativa e directa. Que cada um escreva o seu manifesto e o divulgue, faça o seu cartaz com as suas soluções e sonhos e grite bem alto o que lhe vai na alma. Vamos fazer ouvir a nossa voz.

18
Jan
13

Mais uma manha paralamentar

passos coelho antonio jose seguro jeronimo sousa joao semedo auto da barca paralamentar

Hoje de manha passei em frente a uma televisão que transmitia em directo mais um debate parlamentar com a presença de Sua Exª o Aldrabão Passos Coelho. Nada disto é novo, 230 deputados, alguns membros do governo, um monte de funcionários, jornalistas, técnicos, policias e sei lá que mais numa perda de tempo para saloio ver. Não seio o que disseram, imagino que o PCP e o BE criticaram fortemente o governo e ouviram como resposta que o que dizem não serve para nada, o PS criticou e pôs-se em bicos dos pés afirmando-se como possível alternativa, o PSD e o CDS criticaram o PS por não apresentar propostas e o Passos Coelho fez o seu auto-elogio, acenando com a inevitabilidade das medidas e pintando o futuro deste país com as mais lindas cores do mundo. Nada de novo, nada de construtivo e certamente que ao fim de todas aquelas horas o que dali saiu não criou um emprego, nem impediu a perda de muitos, não melhorou as condições de vida de ninguém, não impediu nenhum disparate do governo nem mudou nada de nada. Nada, zero, um exercício de retórica inócuo, um teatro paralamentar sem interesse algum.

Este governo continua a governar como quer e lhe apetece não respeitando nada nem ninguém, sejam as oposições, a Constituição, as leis ou os cidadãos, cria miséria, fome, desemprego, destruição da economia, perda de direitos e até a morte de alguns sem uma hesitação ou um qualquer sinal de preocupação. Perante isto as oposições nada mais fazem que alguns protestos de ocasião, mais preocupadas com as próximas eleições que com o país real. Mas podem fazer mais e por isso reitero aqui a minha proposta a todos os deputados que não queiram pactuar com o que está a acontecer, que queiram evitar a tragédia, a que já vivemos e a que se aproxima com a destruição do Estado Social, a de que abandonem o Parlamento, saiam, recusem-se a colaborar ou dar cobertura “democrática” ao que está a acontecer. Saiam do Parlamento, não participem e atirem com uma pedra ao charco politico em que vivemos. Algo teria de acontecer, a democracia teria de dar uma resposta e este governo perderia toda a legitimidade (que há muito não tem mas que o jogo politico vai disfarçando). Abandonem o Parlamento e juntem-se àqueles que cá fora protestam e exigem mais democracia, mais directa, mais participativa e mais justa. Não aceitem ser parte do sistema dando-lhe cobertura, saiam do parlamento e façam parte da mudança. Os cidadãos estarão na rua à vossa espera de braços abertos se o fizerem.

16
Jan
13

Um proposta para a esquerda

jeronimo sousa joao semedo velhos marretas

Uma dos programas mais famosos da televisão há alguns anos era a série dos Marretas, e duas das personagens mais conhecidas eram os dois velhos que do seu camarote atiravam “bocas” aos actores em palco criticando o seu desempenho. Vem isto a propósito das nossas esquerdas parlamentares que, talvez por alguns traumas e estigmas do passado pós 25 de Abril e do famoso PREC, acabam a fazer um papel muito idêntico aos dos dois velhos marretas.  Criticam muito mas pouco fazem para mudar e para criar alternativas que permitam imaginar que o amanha será diferente daquilo que temos hoje. No fundo acabam mesmo a servir o sistema pois são o escape e a contestação que possibilita que se diga que vivemos numa democracia quando afinal nada disto passa de uma ditadura de alterne. Ambos apostam em criticar muito, discursos inflamados na Assembleia da Republica e em alguma contestação nas ruas, com muitas bandeiras, bem comportada e com hora marcada de início e fim, muitas vezes ao som do Hino Nacional. Hoje os professores, amanhã os enfermeiros, depois a função pública, umas greves sectoriais, uma greve geral por ano e um desfile no 25 de Abril. Nas eleições o apelo ao voto para haver mais um ou outro deputado na Assembleia mas que em nada muda o sentido da governação sempre a cargo do PS/PSD/CDS.
Parece-me que perante o descalabro a que chegou o país, perante a destruição iminente do Estado social é preciso fazer mais, muito mais. Se realmente os partidos de esquerda querem travar isto porque não abandonam a Assembleia da Republica recusando-se a participar nesta fantochada desta falsa democracia e se juntam aos cidadãos que exigem a mudança. Saiam de dentro daquela antro de podridão e venham para a rua juntar-se a que exige a mudança.Façam-no e obriguem o PS a escolher de que lado da barricada quer estar. Se junto das pessoas se junto dos gatunos.
A proposta é simples, Abandono da Assembleia da Republica por parte de todos os deputados que não querem pactuar com o que está a acontecer, criando uma crise que derrube o governo impedindo a continuação do saque do país e dos direitos dos portugueses. Aqui se separariam as águas e se veria quem está com quem e quem defende o quê.

14
Jan
13

Políticos no país da fantasia

cavaco silva passos coelho vitor gaspar miguel relvas antonio jose seguro jeronimo sousa joao semedo politica portugal

Quando comecei a fazer esta imagem a intenção passava por escrever um texto a fantasiar a vida politica em Portugal, das suas relações e ralações e falar da democracia, ou melhor da falta de uma verdadeira democracia. Demorei mais do que pensava a fazer o boneco, tive outras coisas para fazer, é tarde, tenho sono e amanhã às seis e meia toca o despertador para iniciar mais uma semana de trabalho. (Sorte a minha que ainda vou sendo dos portugueses que não tem de ir para a fila do desemprego, cada vez mais longa, ou a fazer biscates para matar a fome à minha família). Fica por isso só  o boneco sem mais comentários.

06
Dez
12

A União da Esquerda

jeronimo sousa joao semedo catarina martins vem ai os bloquistas

11
Nov
12

O Bloco tem nova liderança

 

 




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