Posts Tagged ‘Manuel Pinho

03
Jun
11

O Regresso do Bullman

Manuel Pinho voltou esta noite à política no comício mais divertido da campanha socialista. «Prometi que nunca mais ia um Telejornal e cumpri. Prometi que nunca mais ia a um debate com políticos e cumpri. A terceira promessa que fiz há dois anos foi a de que nunca mais vinha a comício e não cumpri». Veio para dar o seu apoio a José Sócrates, o político prestigiado, corajoso e de visão que lhe deu «a honra» de poder servir, e de lhe dar «um pouquito» de si.Qual a importância do regresso do Manuel Pinho? Nenhuma, a não ser a vontade de lhe fazer mais um boneco, Afinal fez com o Mário Lino uma dupla fantástica de “bobos” do socretismo. Pinho, Lino, Lino Pinho.

02
Out
10

O Sr. Professor de renováveis

A cadeira sobre energias renováveis que Manuel Pinho, ex-ministro da Economia, vai dar na Universidade da Columbia, em Nova Iorque, é paga com um donativo da EDP, num programa de quatro anos.

Segundo parece são 3 milhões  que a EDP vai pagar para o Manuel Pinho ir dar aulas aos americanos. Com a crise que por aí anda, por ouvir os nossos empresários como o Mexia a falararem da baixa qualificação dos portugeses parecia mais acertatado que utilizassem esse dinheiro em faculdades cá do burgo? Afinal os milhares de milhões de lucros da EDP ao longo destes anos foram todos conseguidos com a venda em monopólio de uma, senão da, electicidade mais cara da Europa.

17
Ago
09

Socretinos, 4 anos de governo

Socrates Lurdes Rodrigues socrapinocadas

A minha visão do que foram os quatro anos de governo dos Socretinos. Já basta.

30
Jul
09

Prémios da Legislatura – The Fool

Manuel Pinho Premio legislatura

Embora já não faça parte do governo depois de ter “encornado” o Bernardino Soares na Assembleia da Republica, Manuel Pinho foi um dos Ministros mais em foco nesta legislatura. Um Ministro da Economia que foi “desancado” por todos com as suas gafes e relembro a oferta de mão-de-obra barata em Portugal aos Chineses, o Allgarve, o fim da crise quando ela começou a acelerar são só algumas das mais famosas. Todos diziam mal dele, mas agora que saiu pela porta pequena, reúnem-se os empresários para lhe oferecerem um almoço onde afirmaram ter sido o melhor Ministro da Economia de sempre. Olhando para o país nada disto faz sentido, mas lá terão as suas razões, provavelmente inconfessáveis, para o dizerem. Seja como for, a ideia que fica e o prémio que lhe atribuo é o de “ The fool”.

11
Jul
09

Leitura para férias

Manuel Pinho Bernardino soares boi e touro

03
Jul
09

Os cornos da nação

Manuel Pinho cornos

Durante o debate do Estado da Nação, Manuel Pinho colocou um “par de cornos” numa resposta a um aparte de deputado Bernardino Soares, fazendo a indignação da Assembleia da Republica, obrigando o governo na voz do Engenheiro a fazer um pedido de desculpas e que culminou com a própria demissão do Ministro. Boa viagem para o seu Allgarve, acelere para os seus jogos de golf que não lhe vamos sentir a falta. Não tenho pena do Ministro nem quero dizer que o Bernardino merecesse o par de cornos que lhe ofereceram, mas quem sabe se os nossos cidadãos e até talvez os politicos, fizessem mais manguitos e chamassem os bois pelos nomes o estado da nação não fosse aquele que é hoje. Este país está a bater no fundo e os nossos politicos só ajudam a afundá-lo.


17
Jun
09

Um bando bem perigoso

bilderberg 2009

Afinal a Manuela Ferreira leite não foi a única convidada do Pinto Balsemão para estar presente na Reunião dos Bilderberg de 14 a 17 Maio no Hotel Nafsika Astir Palace em Vouliagmeni, na Grécia. Também o Manuel Pinho teve essa honra.
Tirei esta informação do blog ”Mote para Motim” que merece uma visita.


18
Abr
09

Sem eira nem beira

socrates-governo-sem-eira-nem-beira

Como estão na moda ,hoje temos poesia.

Sem eira nem beira
Xutos e Pontapés

Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou – bem

Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar
Despedir
E ainda se ficam a rir

Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor

Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir
Encontrar
Mais força para lutar…

(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer

É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir

Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar
A enganar
o povo que acreditou

Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar…

(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder

Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão

Para ver o video, clique [AQUI]

30
Mar
09

Atirar a toalha ao chão

manuel-pinho-quimonda
Enquanto o Engenheiro diz que o governo não vai atirar a toalha ao chão no caso da Quimonda, o Manuel Pinho afirmava que Portugal vai exigir que lhe devolvam os mais de 100 milhões de euros que lá enterraram.
«Apoiámos esse projecto desde o primeiro dia», recorda o ministro, porque «punha Portugal na vanguarda da indústria de semicondutores». Quanto às verbas do Estado que foram injectadas na empresa, Manuel Pinho garante: «Não haja a mínima dúvida: o apoio que nós demos, vamos tentar recuperá-lo até ao último tostão».

Tudo muito bonito, mas quem mais vai sofrer são os mil e trezentos trabalhadores agora o desemprego e as suas famílias. Será que ao tais “tostões” que o Manuel Pinho diz ir recuperar não podem ser utilizados na criação de uma nova empresa que utilize a força de trabalho daquela gente. Infelizmente, mesmo numa crise em que ninguém investe o estado continua a demitir-se da sua responsabilidade de criar riqueza e empregos. Tudo o que fazem é propor mais obras públicas para assim apoiar empresas privadas. Já basta desta ideia de que só os privados podem investir na produção e o estado está proibido de o fazer. Vamos é nacionalizar aquilo que for bom para os cidadãos e criar novas empresas para dar trabalho, produzir os bens essenciais que todos necessitamos e assim criar riqueza. Basta desta dependência dos privados que não fazem nem saem de cima.

03
Fev
09

Falências e desemprego

socrates-cavaco-etc-trabalhadores
«A GlaxoSmithKline (GSK) está a planear cortar cerca de 6000 postos de trabalho em todo o mundo, de acordo com a imprensa britânica, segundo a qual esta decisão surge na sequência dos resultados anuais da empresa. O segundo maior grupo farmacêutico tem escritórios em Lisboa e emprega 202 pessoas em Portugal, que não se sabe se serão abrangidas por esta medida. Segundo a imprensa, os cortes na Glaxo reflectem também uma descida significativa nas vendas face à concorrência dos medicamentos genéricos.»

Em Davos, os senhores do mundo reuniram-se durante vários dias e saíram de lá sem soluções para a crise. Só esta semana foram anunciados mais de 230 mil empregos. Só na União Europeia já se ultrapassaram os 18 milhões e esse número parece não querer parar de subir. A culpa é da crise, dizem-nos. Vemos os têxteis fechar por falta de encomendas e logo a seguir é uma de agulhas porque os têxteis deixaram de encomendar. Diminui a produção de automóveis e as fábricas que fabricam cablagens ou estofos declaram falência. É a bola de neve da crise a apanhar tudo e todos. Neste momento qualquer empresa que decida despedir não é questionada e esse acto é considerado natural. Mas será que todos os despedimentos a que assistimos são realmente causados pela crise? Será que não há por aí muito gestor oportunista que apanha boleia da crise para fazer uma limpeza nos seus trabalhadores? Como é que um grupo farmacêutico é apanhado na crise? Deixaram as pessoas de necessitar de remédios? A própria Quimonda, afirmou que declarava falência para fazer uma reestruturação. Até quando vamos nós assistir a todos estes despedimentos como se de uma fatalidade se tratasse?
Portugal é um país onde paulatinamente os nossos “parceiros” europeus foram retirando toda a capacidade produtiva, deixando-nos ainda mais na dependência de comprar lá fora tudo o que necessitamos. Somos um país de serviços e um local de férias dos europeus. Não poderemos aproveitar este momento para darmos a volta ao problema e alterarmos a nossa forma de criarmos um futuro?
Em vez de andar o estado a meter o nosso dinheiro em empresas privadas sem qualquer garantia de resolver seja lá o que for, porque não assume o Estado a nacionalização das empresas que declaram falência? Fica com as instalações, a tecnologia e o “now-how” e oferece aos trabalhadores dessas empresas a possibilidade de serem eles a salvar a empresa, a pegarem no seu futuro nas suas mãos. Se, como dizem, a crise é coisa para durar um ou dois anos, então passado esse tempo o esforço destes trabalhadores poderá ser recompensado e a sua vida melhorar. Não será altura de tentarmos fazer a diferença, de alterar alguma coisa e de deixarmos de “oferecer” dinheiro àqueles que, quando tinham lucros cantavam de galo, muitas vezes tentavam fugir ao fisco e nada se preocupavam com o país, para o utilizarmos em beneficio deste país. Ajudar quem trabalha e vive neste país é sem dúvida muito mais justo e a melhor forma de enfrentarmos o futuro.

25
Jan
09

Nem com Viagra lá vão

manuel-pinho-impotencia

Até já sinto saudades daquelas alturas em que os telejornais abriam todos os dias com incêndios ou assaltos. Agora não há dia em que não haja a notiíia de falências e fecho de empresas um pouco por todo o lado. 500 Trabalhadores ali, mais 200 acolá e assim o país vai perdendo riqueza e o número de gente atirada para o desespero do desemprego aumenta todos os dias. Até a Quimonda, a menina dos olhos dos nossos governantes, que sempre se mostraram decididos a enterrar lá todo o dinheiro que fosse necessário, (afinal é o maior exportador português), resolveu declarar falência. São mais 2 mil trabalhadores a caminho da miséria.
Será que esta gente não entende que esta crise só tem tendência para aumentar e que o fundo do buraco para onde nos conduziram ainda vem longe. Esta gente e este sistema já demonstraram que não possuem a capacidade de parar o problema, que não é intensificando as politicas que criaram esta crise que a resolverão. Há que procurar soluções novas, soluções em que os estados criem empresas que produzam aquilo que necessitamos para viver e criem emprego para todos. Atirar dinheiro ao ar e esperar que a crise se resolva por si mesma não me parece ser uma boa opção.

03
Jan
09

Prémios Kaos 2008 – Manuel Pinho

Pedaço de asno

Pedaço de asno

O Prémio kaos 2008 “Pedaço de Asno” é este ano mais uma vez atribuido a Manuel Pinho e ao seu Allgarve que como todos sabem fica na “West coast da Europa”, paraíso dos golfistas e de todos aqueles que necessitam de mão de obra barata. Este “Inatel” da Europa onde muitos trabalham e outros são atirados para o desemprego em nome de um desenvolvimento impossivel de acontecer enquanto houver gente como esta que teima mais em olhar para o seu umbigo que para o país real.

15
Dez
08

Ditadores do Betão

Betão e alcatrão

Betão e alcatrão

Uma vez mais a corja que nos governa aposta no betão como forma de ultrapassar a crise em que vivemos. Um problema que existe há décadas e que o betão nunca resolveu. A solução mais fácil e que pretende estabilizar estatísticas mas nada de efectivo resolve. Ganham as empresas que mais contribuem para o orçamento das campanhas eleitorais e perdemos todos nós que vemos a nossa divida ao estrangeiro aumentar.
Porque não se investe esse dinheiro em sectores públicos produtivos que evitem a necessidade de gastarmos tanto em importações? Porque não pode o estado fazer aquilo que os privados não fazem, investir na produção? Assim, continua tudo na mesma e só fogem para a frente até ao dia em que todo este sistema capitalista vai rebentar, condenando-nos há miséria. Não estará na hora de pensarmos em novas soluções?

14
Nov
08

Compadres Maneis

Compadres

Compadres

Com tanta coisa a acontecer falta tempo para tentar compreender a dimensão de tanta informação e sobretudo para a encaixar na lógica geral que lhe confere a legitimidade e a torne credível. Esta história do Maneis, o Pinho e o Sebastião foi daquelas que só fui entendendo em informações dispersas e confusas. Muitos vêm dizer que isto nem é um caso e que tudo o que aconteceu foi legalíssimo e sem mácula. Quem sou eu para dizer que é mentira.
Claro que por dentro não posso deixar de imaginar o outro cenário, o do cambalacho. O Pinho ao comprar uma casa pertencente a um fundo imobiliário do que era gestor como administrador do BES o que já em si vai contra a ideia de um administrador poder negociar em nome particular bens de um banco que gere. (Para quem não se lembra esta casa foi a do Almeida Garrett e que tanta polémica deu na altura com a sua demolição). Quem o deveria fiscalizar é o Banco de Portugal, mas que podemos pensar quando é um funcionário do próprio Banco de Portugal, Manuel Sebastião, a servir de procurador do Pinho na compra desse mesmo prédio. Quem devia investigar a legalidade é quem consuma o negócio. Se isto já parece estranho, mais ainda fica quando o próprio Sebastião acaba por se tornar, também ele, como proprietário de uma das fracções desse mesmo prédio. Não sei quanto pagou, como pagou ou mesmo se o chegou a pagar, mas a verdade é que o Sebastião é hoje presidente da Autoridade da Concorrência, cargo para onde foi nomeado pelo próprio Manuel Pinho.
Como disse, tudo isto pode ser do mais imaculado que existe, mas com tantos cruzamentos entre estes Maneis tudo isto perde muito da sua transparência. Fica turvo, tão turvo como anda este país.
Podem ler uma noticia sobre o assunto aqui [Publico]

09
Out
08

O descanso do Ministro

Manuel Pinho

Manuel Pinho

«O presidente da Autoridade da Concorrência afirmou que o estudo aprofundado ao mercado de combustíveis só ficará concluído em Março do próximo ano. A AdC optou por fazer um estudo que englobasse os anos de 2007 e 2008 e há dados que só estão disponíveis no próximo ano. Manuel Sebastião explicou que só dentro de cinco meses o estudo poderá ser concluído devido ‘à vastidão de dados que para serem bem trabalhados precisam de tempo‘. Este relatório será feito utilizando os dados fornecidos pelas petrolíferas.»

Todos temos visto o preço do petróleo continuar a descer mas isso parece não fazer baixar os combustíveis em Portugal. Estranhamente, nesta queda do petróleo que de 150 dólares passou para menos de 90, bastou um intervalo de dois ou três dias em que subiu 4 Dólares para logo vermos a Galp subir os preços. A queda de mais de 60 dólares pouco se reflectiu na baixa do petróleo. (E no gás subiu, subiu mas desce, zero). Vem agora autoridade da Concorrência dizer que só nos vai apresentar o relatório só em Março de 2008, que tem de esperar pela entrega dos dados pelas petrolíferas, ou seja vamos estar mais meio ano à mercê de quem acreditamos terem estado a assaltar-nos nas bombas de gasolina. Meio ano de espera para depois recebermos um relatório feito com dados fornecidos pelas próprias petrolíferas e que quase posso aqui apostar que vai dizer que não foram encontradas nenhuma ilegalidade e que tudo isto é natural. Até pode ser, mas para quem sabe somar dois mais dois custa a entender como a subida do petróleo faz subir a gasolina muito e imediatamente, mas a sua queda quase não se note no preço a pagar. Bem pode descansar o Manuel Pinho que até Março já tem desculpa quando o chatearem com os preços da gasolina.




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