Posts Tagged ‘Nicolas Sarkozy

07
Maio
12

Sarkozy, o fim de um pequeno lider

O socialista François Hollande venceu ontem, como se esperava, a segunda volta das presidenciais em França, batendo Nicolas Sarkozy por pouco mais de 3%, numa das mais disputadas corridas ao Eliseu das últimas décadas. Sarkozy deixa a política entrando para a História como o primeiro chefe de Estado a falhar a reeleição em mais de 30 anos. 


O Reinado do Sarkozy chegou ao fim. Não sei se o que lhe vai ocupar o lugar será melhor ou se tudo continuará na mesma, mas pelo menos é um prazer saber que este pequeno “Lord Farquaad” caiu, ainda por cima com a vergonha de ser o primeiro Presidente Francês que não consegue ser reeleito. Ele merece.


 

31
Jan
12

Onde já vai o abismo.

Preocupado com as próximas eleições, onde se espera que o povo francês dê um pontapé no cu, o Sarkozy, enquanto anunciava novas medidas de austeridade afirmou que “A Europa já não está à beira do Abismo”. Eu até acrescentaria mais, que o abismo há muito que ficou para trás e que a queda é grande, muito grande para quem não tem para-quedas.

03
Dez
11

A conquista da Europa

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, colocou-se hoje ao lado da Alemanha para defender “um novo tratado europeu” que refunde a Europa e reforce o governo económico da União Europeia.

A cada crise económica por que passou a Europa no século XX, segui-se uma guerra em que a Alemanha assumiu o papel do conquistador e que resultaram em muitos milhões de mortos. Na primeira crise do novo século há quem diga que a guerra será só económica e que, como nas anteriores, lá está a Alemanha a lançar uma nova ofensiva de conquista, desta vez não pela força das armas mas pela força da chantagem e da ameaça financeira. Certo é que a cada dia, a cada decisão da dupla Merkle/Sarkozy mais um pouco da soberania dos países é alienada e com um novo tratado pouca ou nenhuma restará. Isto, se entretanto a coisa não descambar para a velha via do tiro e da bomba.
25
Nov
11

Uma Merkel cada vez mais isolada


Depois da Irlanda, Grécia e Portugal, os mercados já atacam fortemente a Itália e a Espanha e até a Bélgica, Finlândia e a própria França já sentem a sua pressão. A Frau Merkel, que já só contava com o Sarkozy para impor as suas ideias já o vê a começar a criticar as opções tomadas. um dia destes acaba a só ter o papagaio do Passos Coelho a concordar com ela.

10
Nov
11

Netanyahu: Chato e mentiroso

A conversa decorria informal entre Nicolas Sarkozy e Barack Obama, e foi acidentalmente ouvida pelos jornalistas durante a cimeira dos G20 na semana passada. O presidente francês confessou que «não suporta» o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu. «Nem posso vê-lo, é um mentiroso», terá dito Sarkozy, a que Obama respondeu: «Se está farto, imagine eu, que tenho de lidar com ele todos os dias».Deixem, tenham um bocadinho de paciência que os Palestinianos têm de lidar com ele muito mais e têm mesmo de o ver nos muros, nos colonatos e nas bombas que lhes caiem em cima. Quanto ao ser mentiroso, não o são também todos vocês?

05
Nov
11

As mãos que embalam o berço da Democracia

De quando em vez, a verdadeira face desta farsa que é a democracia desta gente cai. Caiu por ocasião do Tratado de Lisboa e voltou a cair agora com a proposta de referendo, por mais hipocrita e oportunista que fosse, do Primeiro-Ministro Grego. Tantas foram as pressões e tanta a falta de vergonha desta gente que o próprio acabou de desistir dela mesmo depois de dizer que não prescindiria de dar a palavra ao povo grego. A Merkel e o Sarkozy, a quem ninguém passou procuração, reúnem-se e  telefonam-se para decidir o que todos os outros têm de fazer. Os outros países da chamada União não têm opinião e os seus povos só têm de calar e comer. Esta é a verdadeira e actual Democracia Europeia, em que os dirigentes têm medo dos seus próprios cidadãos.
03
Nov
11

A Europa e o cadáver Grego

O primeiro-ministro grego George Papandreou anunciou hoje a realização de um referendo sobre o novo pacote de ajuda à Grécia. “A vontade do povo grego vai comprometer-nos”. “Eles querem adotar o novo acordo ou rejeitá-lo? Se os gregos não o quiserem, não será adotado”, acrescentou Papandreou, que na passada semana, enfrentou uma nova vaga de protestos contra medidas de austeridade adicionais decididas pelo governo.

Os lideres europeus caíram de cu, os mercados caíram por aí abaixo. Isto de se perguntar ao povo o que deseja é coisa que nesta democracia não é bem vista. Também lá dentro, na Grécia, a coisa não parece correr muito bem. Há já deputados que levantam a voz contra, outros pedem a cabeça do Papandreou e as chefias militares já foram demitidas com medo de um golpe de estado. A ideia do Primeiro-ministro até lhe pode ter parecido boa. Tentava que o Sim ganhasse com uma campanha forte e assustando com a bancarrota e a falta de financiamento, o que legitimaria as  novas medidas de austeridade. Se o Não saísse vencedor limpava as mãos, qual Pilatos, e  poderia sempre “chutar” para cima dos Gregos as responsabilidades do não pagamento da dívida e da inevitável saída do euro. A intenção até pode ter sido hipócrita, ao só dar a voz aos gregos quando a escolha já só é entre dois males, mas pelo menos é mais democrática.
A Europa chegou finalmente ao beco sem saída que todos previam mas ninguém evitou. Podem fazer as Cimeiras que desejarem mas o Euro, que já tinha morte anunciada, entrou em coma profundo. Mais um prego no caixão desta Desunião Europeia que tem lideres tão fracos que nem para dirigirem a colectividade aqui da rua serviam.

20
Out
11

Uma personagem e meia

Diogo Freitas do Amaral está muito pouco confiante numa eventual solução para a crise do euro. O facto de Merkel ter “os olhos fechados” é “grave porque a União Europeia deixou de ser uma união de estados subordinados ao princípio da igualdade, para passar a ser directório dirigido por duas pessoas, ou por uma pessoa e meia, porque a segunda vai sempre atrás”, considerou, numa alusão implícita a Nicolas Sarkozy, o presidente francês. “Há outra coisa que me preocupa na senhora Merkel, que é hoje a presidente da UE, embora ninguém tenha votado nela: governa por conferências de imprensa, em vez de o fazer através de decretos ou leis, o que é a primeira vez na história”.

Quando até os paladinos da direita, que a servem e dela se alimentam, começam a dizer aquilo que eu há muito penso tenho de ficar preocupado. Como não acredito que eles tenham virado à esquerda e sei que eu não voltei à direita isso só pode reconhecer que a verdade se tornou tão evidente e tão grave que já nem eles a podem tapar. Há muito que todos sabemos que quem manda na Europa é a Alemanha com a França a reboque. Quando defenderam o Tratado de Lisboa muitos preferiram, não ver, aceitando a submissão à pata germânica de pouco valendo agora as suas lágrimas de crocodilo.

08
Out
11

Impostos para uns e recapitalização para outros

Os resgates aos bancos da União Europeia já custaram aos contribuintes quatro biliões de euros desde que em 2008 foi necessário começar com este tipo de ajuda financeira às instituições bancárias. O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, confirmou a proposta de uma «acção coordenada» para ajudar à recapitalização dos bancos. «Propusemos aos Estados-membros para avançarem com uma acção coordenada para recapitalizarem os bancos e desembaraçarem-se de activos tóxicos».
A chanceler alemã, Angela Merkel, considerou que uma eventual recapitalização dos bancos é “dinheiro bem empregue”.

Afinal é fácil entender porque estamos em austeridade e a fazer sacrifícios. Não há dinheiro para a economia porque o dinheiro é enterrado nos bancos que alegremente vão aumentando os seus lucros. Tanto se falou do BPN, mas esse é uma gota no oceano daquilo que andamos a pagar em nome da recapitalização dos bancos. Usaram e abusaram do crédito fácil, criaram os activos tóxicos que foram negociando para ganhar mais dinheiro fácil até ao dia em que tudo estoirou. O que deveria ter acontecido? Devia-se ter responsabilizados os banqueiros obrigando-os a repor tudo o que ganharam nesse jogo sujo, mas não, a banca nunca podia falir nem os banqueiros ser criticados pelo que a solução foi oferecer-lhes mais dinheiro dos contribuintes. Tiram-se os activos tóxicos e derramam-se sobre os cidadãos e aumentam-se os impostos para encher os cofres dos bancos. O que me custa a entender é como ainda exista quem diga que temos de pagar uma dívida pela qual não fomos responsáveis para enriquecer ainda mais aqueles que foram os verdadeiros responsáveis. Nem a dívida nem a responsabilidade  por ela são nossas pelo que nada temos de pagar.

15
Ago
11

Uma tragicomédia europeia

 

22
Jul
11

O tempo não tem andado nada bom

Um verão para esquecer
25
Dez
10

Um BOM NATAL para todos.

29
Out
10

O Império silencioso

Lembro-me de que, quando Portugal entrou para a União Europeia ela prometia ser o bastião de justiça social e solidariedade. Que caminho se fez desde essa altura e a realidade dos tempos de hoje. Os paises mais ricos abocanham os mais pobres numa atitude imperialista inaceitavel. Controlam orçamentos de estado, definem politicas e impôem leis. Têm aprovado à força o Tratado de Lisboa, mas ainda não lhes chega. Há que calar a boca aos mais pequenos, primeiro pagando-lhes para eles destruirem o seu aparelho produtivo, depois concedendo-lhes todo  o crédito fácil e barato até estarem endividados até aos tomates e agora forçando-os à subserviência em troca da subsistência. Agora é o perder o poder de voto nas decisões, é aceitar e calar das decisões dos poderosos.  Só uma ruptura com tudo isto pode alterar a situação. Vamos aceitar como destino esta servidão pobre ou vamos “mexer-nos”, sair da letargia e do sofá para pôr-mos as mãos à obra. Portugal fora da União Europeia e vamos em frente.
17
Set
10

Sarkonazismo

Sarkozy ficou muito zangado porque a comissária europeia da Justiça, Viviane Reding, comparou expulsões de ciganos com as deportações nazis.
Não percebo porque se queixa, se não quer ser lobo não lhe vista a pele. Ele até pode encontrar um “buraco” juridico no direito europeu que lhe possibilite expulsar os ciganos, mas poderá encontrar uma de civilidade e , decência? Esta gente não presta.

07
Ago
10

A Xenofobia volta a estar na Moda

Em tempo de crise nda mais fácil para ganhar popularidade que colocar a culpa nos estrangeiros que estão em Portugal a fazer os trabalhos que nós não queremos fazer. Associar o crime a esses estrangeiros dá votos e procura esconder nas culpas alheias a nossa incapacidade de resolver os problemas. Dá votos mas mostra a indignidade de certa gente.




Indignados Lisboa
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