Posts Tagged ‘Pinto Monteiro

03
Set
10

Quando os poderes da Rainha de Inglaterra encontram um Presidente

06
Ago
10

A nossa Rainha de Inglaterra

02
Ago
10

A justiça a nu

15
Fev
10

Quem quer a cabeça do procurador?

Não sei se é do cargo ou de quem é escolhido para ele, mas parece que temos tido azar com os Procuradores Gerais da República que nos saiem na rifa. Foi o Soto Moura com a Casa Pia, os Envelopes de Belém e os voos da Cia e agora este ainda com os voos da Cia, o Freeport, a Operação Furacão e a Face oculta. Ambos anunciaram resultados para um amanhã sempre adiado, ambos sempre pareceram mais preocupados em não tocar no poder que em limpar a porcaria que nos rodeia e ambos aparecem como mais uma face e um problema deste sistema poder que a sua solução. Se calhar, porque são nomeados e sustentados por esse sistema e esse poder.

19
Nov
09

Agora escutas tu, agora escuto eu

Portugal é mesmo um país de coscuvilheiros. Antigamente espreitava-se para dentro da janela da vizinha, agora colocam-se escutas. Há tempos soubemos que até os pedidos de pisa feitos pelo Sampaio estavam gravados, o Sr. Silva anda com medo que salte alguém do computador e lhe descubra os segredos e sabemos agora que do Engenheiro há uma colecção de DVD’s com as suas conversas. Dizem-nos que são feitas para investigação criminal na luta contra a corrupção, mas sabendo nós que estas escutas acabam sempre a ser consideradas ilegais, que nunca um corrupto é condenado e que tudo isto, mais dia, menos dia, até deixa de ser noticia, andar a escutar esta gente só pode ser mesmo para treino dos operacionais da policia ou pelo prazer de meter o nariz na vida dos outros.

 

16
Nov
09

Crimes? Uns dias sim outros talvez

Pinto Monteiro kung fu
PGR confirma crime mas não apoia escutas

15
Nov
09

Ligações Perigosas

socrates vara pinto monteiro noronha nascimento

Que fazer com umas escutas que parecem queimar quem pega nelas? O Supremo Tribunal resolveu queimá-las de vez. Uma vez mais o Engenheiro vê-se livre da justiça, mas uma vez mais fica uma nódoa de suspeita que, sem poderem ser ouvidas as gravações, nunca desaparecerá e o perseguirá para sempre. O que fica são os ruídos das fugas ao segredo de justiça publicadas nos jornais, verdadeiras ou não. Fica também duvida se é só incapacidade do Ministério Publico de travar essaJpsé sós fugas ou se já faz parte da sua normal forma de actuar.

07
Jun
09

Os arquivos das Bermudas

Pinto Monteiro abra cadabra

E a magia aconteceu de novo. Há tanto tempo aguardado, há tantos meses prometidos, sempre para a próxima semana e aconteceu agora. O relatório sobre os voos da CIA em Portugal transformou-se em bufa. Nesta momento de campanha eleitoral, em que as noticias se escondem por debaixo do ruido, o inquérito ao caso dos aviões da CIA que passaram por Portugal entre 2002 e 2005, foi arquivado. Concluiu-se não haver indícios suficientes para uma acusação. Os aviões, simplesmente, desapareceram num toque de magia. Alguém esperava outra coisa?


27
Fev
09

Não Ver, Não Ouvir e não Falar…nem ter vergonha na cara

amado-barroso-pinto-monteiro-voos-guantanamo

Um conjunto de documentos da Procuradoria-geral da República (PGR), que terão sido cedidos a uma organização humanitária, referem a passagem pelo Porto, entre os dias 15 e 17 de Setembro de 2002, (na altura era primeiro ministro Durão Barroso), de um voo da CIA que fazia a ligação entre Rabat e Cabul. O mesmo preso passou uma segunda vez por Portugal em 2004, quando foi levado de Cabul para Guantanamo, (na altura era primeiro ministro Santana Lopes).
Estes voos só podem ter cruzado espaço nacional com autorização do Ministério dos Negócios Estrangeiros e depois de consultado o Ministério da Defesa e sublinha que os arquivos dos dois ministérios têm de ter esta documentação. A passagem destes voos da CIA está a ser investigada há dois anos pelo Ministério Público.
A Procuradoria-Geral da República adia explicações e informa que, «logo que for proferido o despacho final no processo em curso, será dado conhecimento integral do mesmo, para completo esclarecimento dos cidadãos».

Agora já vem o Luís Amado, depois de ter andado anos a negar a existência de qualquer prova, dizer que estes dados não eram novidade para o ministério e que até foram eles que os forneceram à procuradoria. Esta gente não tem vergonha na cara, jura e desdisse-se como se mentir fosse algo natural. Esta leveza no tratamento do problema, o inocentar de culpas que colaborou na violação de direitos humanos, (o Nuno Rogeiro já veio apregoar que Portugal não violou nenhuma lei e que por isso não pode vir a ser acusado), só demonstra que continuam todos de acordo em branquear o problema e limpar as responsabilidades dos “Durões” da Cimeira das Lajes, e dos compadres que por cá pactuaram e ocultaram a verdade. Esta gente não presta.


02
Fev
09

SIRESP – Sistema Implantado das Rotinas Eleitorais e Segurança dos Partidos

daniel-sanches-siresp1

«O processo SIRESP, que diz respeito à adjudicação, em 2005 na recta final do governo de Santana Lopes, de um contrato para um sistema único de comunicações para polícias e serviços de emergência a um consórcio liderado pela Sociedade Lusa de Negócios foi chamado para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal, confirmou ao DN a Procuradoria-Geral da República.
A reabertura do caso, que foi arquivado em Março de 2008, é uma hipótese em cima da mesa, tendo em conta alguma documentação apreendida a José Oliveira Costa, ex-presidente do BPN, no âmbito da investigação a este caso. Para já, o gabinete de impresa da PGR apenas diz que o caso “está a ser analisado no contexto de todas as informações fornecidas até agora”.
Em causa está a adjudicação do contrato para o SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal) a um consórcio liderado pela Sociedade Lusa de Negócios, liderada, à época, por José Oliveira Costa. A decisão foi impulsionada por Daniel Sanches, o então ministro da Administração Interna, que, antes de entrar para o governo, foi quadro da SLN.» [Diário de Notícias]

SIRESP, recordações de mais uma trapalhada que prometia apanhar muita vigarice e acabou arquivada. Mais um daqueles que tresanda a 500 milhões de euros num sistema que nunca funcionou nem chegou sequer a ser montado na totalidade. O que parece mais incompreensível não é que a justiça o queira investigar, mas o facto de nunca o terem feito e que tenham encerrado o processo.
Vivemos em tempos de coincidências. Desde as datas ás áreas alteradas no caso Freeport, até ser ano de eleições, o SIRESP ter a cor laranja do PSD, tudo são coincidências. Só que como sempre fazem primeiras páginas de jornais até deixarem de ser noticia, entram em fase de instrução do processo ou outra coisa qualquer do mesmo género, há eleições e os casos hibernam até ao dia que alguém se lembra de os arquivar. O direito está salvaguardado, a justiça, essa ainda continua a ser cega para alguns.

31
Jan
09

A Moda na Justiça

pinto-monteiro-moda-freeport
O «caso Freeport» que está sob investigação «está na moda, mas é um caso como tantos outros», referiu esta quarta-feira o Procurador-Geral da República (PGR).

«Agora a comunicação social pegou no caso Freeport. Isso é por épocas: temos a época Casa Pia e agora, em vez de ser o futebol, é o caso Freeport». «O caso Freeport é um caso como tantos. Há 70 mil só no DIAP [Departamento de Investigação e Acção Penal] de Lisboa».
Garantia de Cândida Almeida (procurador-geral adjunta) em relação ao caso Freeport: «Os cidadãos são todos iguais, mas há uns que os representam e esses não podem estar sob suspeita durante muito tempo»

Para Pinto Monteiro o Freeport está na moda, mas é só mais um caso do 70 mil que há só no DIAP. Já para a sua Cândida adjunta, os cidadãos são todos iguais, mas como no “Triunfo dos Porcos”, uns são mais iguais que outros”. Se tudo correr normalmente o resultado desta investigação acabará com a acusação a jornalistas por “violação do segredo de justiça”.

03
Jan
09

Prémios Kaos 2008 – Pinto Monteiro

O Joker

O Joker

O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, assegurou que as investigações criminais decorrem, em Portugal, «independentemente da condição social, poder económico ou cargo ocupado» pelos suspeitos, não havendo qualquer distinção entre «políticos e não políticos».
in “Fabrica de conteudos”

Com esta o Procurador ganhou o direito ao Prémio para a Melhor anedota do ano. Indiscutivelmente.

02
Jan
08

Prémios Kaos 2008 – Pinto Monteiro

Anedota do ano

Anedota do ano

O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, assegurou que as investigações criminais decorrem, em Portugal, «independentemente da condição social, poder económico ou cargo ocupado» pelos suspeitos, não havendo qualquer distinção entre «políticos e não políticos».
in “Fabrica de conteudos”

Com esta o Procurador ganhou o direito ao Prémio para a Melhor anedota do ano. Indiscutivelmente.




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