Posts Tagged ‘Rui Rio

18
Out
13

Rui Rio é um FdP

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A companhia de teatro Seiva Trupe, que ocupa as instalações do Teatro do Campo Alegre, no Porto há cerca de 15 anos, foi alvo de uma ação de despejo por parte da Câmara Municipal do Porto, durante a madrugada de quinta-feira.
A ordem de despejo foi assinada pelo próprio Rui Rio, presidente da autarquia até à próxima terça-feira, baseia-se “na falta do pagamento das prestações devidas, no âmbito do contrato de cedência das instalações do Teatro Campo Alegre”.
O despacho acentua que, “nos termos contratuais, a falta de pagamento de uma prestação implicava o vencimento de todas as prestações vincendas e a imediata resolução do contrato”, ao mesmo tempo que refere que a direcção da Seiva Trupe “foi regularmente notificada da resolução do contrato e da obrigação de desocupação e entrega de todos os espaços cedidos até 15 de Outubro”.
Nesse sentido, acrescenta-se que o contrato “se encontra definitivamente incumprido e resolvido”, o que levou a determinar-se “a desocupação coerciva das instalações do referido teatro, que é propriedade do Município do Porto”.

A Seiva Trupe é uma Companhia de Teatro Portuguesa com mais de 40 anos de intervenção artística e cultural na região. O seu papel foi inúmeras vezes reconhecido pelo público, pela crítica e por entidades diversas, sendo Entidade de Utilidade Pública há 20 anos e tendo recebido em 2010 pelo Presidente da República o Grau de Membro Honorário da Ordem de Mérito.”

Mesmo antes de se ir embora tinha de destilar mais uma vez o seu ódio pela cultura independente e por todos os que tentam fazer algo que não seja controlado pelo sistema. Rui Rio, o que muitos consideram como a grande reserva moral do PSD, tinha de acabar o seu mandato como começo a ser um grande FdP. Para que não me ponha um processo se representasse o que eu gostava, Filho da Puta,  cada um possa ler estas iniciais como desejar. Digamos que é um Filho do Porto.

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04
Ago
12

O Rio é um FdP

A polémica estalou há alguns meses, quando o guia de restauração Porto Menu, uma distribuição gratuita, lançou uma edição onde, na capa, se podia ler «Rio és um FDP». O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, sentindo que esta era uma crítica dirigida à sua pessoa, instaurou um processo contra a revista em causa e retirou-a de todos os espaços municipais. «FDP» pode ser interpretado como a abreviatura de uma injúria popular, bastante ofensiva.
Na altura o editor da publicação, Manuel Leitão, disse que «ali não se falava em presidente do Porto nenhum». «Que eu saiba «Rio» é um substantivo próprio que significa um curso de água e o resto são três iniciais, um verbo e um artigo», afirmou.
Manuel Leitão esclareceu agora, no entanto, que com aquelas iniciais queria apenas dizer que Rui Rio era um «Fanático dos Popós».
A propósito de tudo isto o presidente da CM do Porto esteve hoje no Palácio da Justiça, para prestar esclarecimentos sobre o processo. A juíza Lina Baptista perguntou ao autarca se tinha «uma paixão profunda por automóveis», ao que Rio respondeu simplesmente com um «Não», garantindo que nunca tinha ouvido «esse disparate».
À saída do tribunal o líder da Câmara da Invicta mostrou-se agastado com o processo e desiludido com o «estado da justiça portuguesa». «Estou triste pela forma como o tribunal está a tratar disto. É um exemplo da justiça portuguesa. Há três ou quatro anos, este tribunal considerou que chamar energúmeno ao presidente da Câmara era um ato de liberdade de expressão. Por isso, hoje, vem aqui um energúmeno dizer se é um fanático dos popós», afirmou.
Acabaram-se as duvidas, o Rui Rio não é um F(anático) D(os) P(ópós). Agora só falta saber se o FDP seria de Filho do Povo ou Filho da Puta. Se já houve quem lhe chamasse de energúmeno, se nos lembrarmos do caso da Escola da Fontinha, do Bairro do Aleixo, do Coliseu do Porto, etc., então o Povo não deve ser quem é para aqui chamado.
01
Jul
12

Assalto ao Metro do Porto

 A nova gestão da Metro está presa por um nome, vetado pela Comissão de Recrutamento para a Administração Pública. Gaia culpa Rio, que denuncia pressões no Governo para prejudicar o ministro da Economia.[JN].
O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto afirmou que «vergonha que se passou ontem no Metro do Porto tem alguma coisa a ver com a crise que temos ou tem a ver com a incapacidade deste Governo de decidir o que quer que seja porque anda a hesitar entre o cartão azul e o cartão laranja ou entre o homem do Porto e o homem de Gaia, dando um espectáculo ao país deplorável de alguém que não é capaz de decidir coisa nenhuma»

Não quero saber quem vai gerir o Metro do Porto porque seja o amigo do Rui Rui, do Álvaro ou do do Luís Filipe Menezes, a escolha será certamente partidária e mais preocupada com amizades que em competências. O que vejo é mais um triste espectáculo de favores, boys e jobs. Esta é a clareza que este governo prometeu que quando fosse eleito ia escolher os melhores e os mais aptos para ocupar os lugares mas que afinal mostra ser igual ou pior que todos os outros. A merda continua.

11
Jun
12

O Democrata Rui Rio


«O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, defendeu hoje que as autarquias muito endividadas deveriam ser geridas por uma comissão administrativa e não ter eleições.
“Quando uma câmara está excessivamente endividada, quem vier depois a ganhar eleições não tem margem para tomar qualquer decisão política. As câmaras endividadas não deviam ter eleições, mas sim uma comissão administrativa para a gestão corrente, até estarem equilibradas”, defendeu.»

Será que o Rui Rio também pensa o mesmo em relação aos países endividados? Será que como a Manuela Ferreira Leite defende a suspensão da Democracia por seis meses, ou preferirá seis anos ou seis décadas? Quem escolhe qual a dita “comissão administrativa”? Ele?
Estes democratas de merda quando se encontram no poder não pensam em mais nada que em mantê-lo a todo o custo não olhando a meios. O que realmente os lixa é que quando abrem a boca e se esquecem de mentir, dizem aquilo que realmente pensam. Esta é a gente que nos governa, que se diz muito séria e muito competente, mas na realidade para eles que consideram-se os donos disto tudo e o “povo” não passa de um empecilho para as suas ambições de poder.

27
Abr
12

Prepotência e estupidez

Depois da alegria de ontem ao ver o regresso do Es.col.a à Fontinha, hoje é a indignação de ver os funcionários da Câmara do Porto a partir vidros, arrancar sanitas, fios eléctricos e portas, tudo destruindo para finalmente emparedarem aquele espaço onde ainda há poucos dias se ensinava, se educava, se ajudava, se ria, se cantava, se sonhava e se construíam cidadãos de corpo inteiro para o futuro. Ali se aprendiam e se viviam novas formas de relacionamento, de partilha, de solidariedade. Ali se mostrava que o dinheiro não vale mais que a pessoa humana. O espaço hoje está desabitado. fechado, entaipado. Hoje nada lá acontece e procurou garantir-se que mais nada se passará. Agora só servirá como casa de ratos e monumento à estupidez de um Rui Rio, orgulhoso da sua prepotência.

Conheço alguma daquela gente que fez da Fontinha um espaço de Liberdade e por isso sei que a história da Fontinha ainda não chegou ao fim.

26
Abr
12

Viva a Escola da Fontinha

Activistas do movimento Es.Col.A reocuparam a Escola da Fontinha, no Porto, cerca das 17h45 desta quarta-feira.  A multidão espalhou-se pelo interior da escola, pátio e rua de acesso ao estabelecimento. As pessoas abraçavam-se, dançavam e cantavam “a escola é nossa”, como se estivessem num concerto de música festiva. Agora, o colectivo Es.Col.A promete retomar as actividades culturais e sociais que desenvolvia antes do despejo.


A melhor noticia deste 25 de Abril.

21
Abr
12

Es.Col.A – Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha

Há 5 anos que existia uma escola abandonada e degradada no Bairro da Fontinha no Porto que já só era frequentada por ratos. Um grupo de cidadãos ocupou esse espaço, restaurou-o e fez dele uma zona de liberdade e democracia em perfeita colaboração e partilha com as populações desse bairro. Naquilo a que chamam de Es.Col.A, ajudam-se as crianças nos estudos, criam-se actividades para os jovens do bairro e apoio para os mais idosos de uma forma solidária e desprendida. Xadrez, Yoga, Capoeira, Musica, Dança, Bibliotecas, um sem número de actividades que deram vida e criaram esperança num espaço construído em democracia e liberdade. Num só ano o Es.Col.A passou a ser o centro daquele bairro e o único apoio de muitos que passam por dificuldades devido às desumanas políticas de austeridade e roubo a que este país tem sido sujeito. Aí se partilham refeições confeccionadas com produtos das hortas comunitárias que têm surgido na zona e se reforça a solidariedade e a cidadania. Não a solidariedade da esmola ou da caridadezinha, mas uma solidariedade feita da partilha e da união de todos. Isso parece assustar o sistema receoso que os cidadãos compreendam que existem alternativas possíveis ao mercantilismo e à subjugação aos grandes poderes económicos e que as leis só devem ser válidas e obedecidas quando forem justas. Ver nas televisões ministros a saírem sorridentes de carros de alta cilindrada pagos por todos nós, e depois policias a violentarem cidadãos para lhes retirar aquilo que construíram com as suas próprias mãos é uma imagem que só nos pode causar repulsa e indignação.

Exige-se por isso que o poder aceite a soberania dos cidadãos sobre as suas terras, bairros e cidades e que, se não são capazes ou não têm a vontade de os apoiar, pelo menos não envie os seus cães de guerra para impedir a sua auto-organização.

Exige-se que o Es.Col.A da Fontinha seja devolvida ao bairro e aos seus habitantes.
“O Es.Col.A não será nunca despejado, porque não se pode despejar uma ideia”.

http://indignadoslisboa.net




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