Guerra das estrelas…cadentes
O eurodeputado social-democrata Paulo Rangel pediu a palavra no período de declarações de um minuto, para «denunciar», no Parlamento em Estrasburgo, o que afirmou ser «um plano do Governo para controlar» os meios de comunicação social pondo em causa «a liberdade de expressão».
Oh Rangel, se não tinhas nada de mais importante para dizer no Parlamento Europeu, porque não te calas.
A Irmandade do Alberto
Alberto João Jardim, defende que o processo político de aprovação da nova Lei das Finanças Regionais demonstrou “ser possível fazer um compromisso histórico em Portugal que liberte o país do PS”.
“O senhor presidente da República terá de tirar as ilações do acordo que foi possível estabelecer entre quatro partidos, entre uma maioria, dando cumprimento à vontade do Conselho de Estado”. Realçou que todo o processo político deitou por terra a ideia de que “não há alternativa a este Governo”, apontando que o PS foi o único a responder negativamente ao apelo para o entendimento feito pelo Conselho de Estado.
“A partir de agora há uma hipotética alternativa desenhada, não pode o presidente da República pensar que não há outras soluções de governo até maioritárias, haja é bom senso”.
O coordenador Regional do PCP/M, Edgar Silva, afirmou hoje que se Jardim quer um «compromisso histórico» para o país, basta «que influencie o PSD nacional a votar contra o orçamento do estado», e consegue os seus desígnios.
Felizmente que a idade já me ensinou a não ficar admirado com nada, nem mesmo com as propostas do Jardim, ou se calhar sobretudo com as propostas do Jardim. Realmente um desígnio nacional é correr do governo com a canalhada que por lá anda, mas também é preciso saber-se qual a que pensam colocar no seu lugar. É que, para melhor está bem, para pior já basta assim.
Cai que não cai
José Sócrates criticou o que classificou de “jornalismo de buraco de fechadura, baseado em escutas telefónicas e em conversas telefónicas que, não tendo relevância criminal, devem ser privadas”.
Tem toda a razão, escutas que não tenham relevância para o crime que estava a ser investigado, são conversas privadas e privadas deviam ficar. Isto, no entanto, não iliba o facto de nelas se terem “confessado” intenções e planos para controlar e manipular a informação em benefício próprio. Uma vez explicaram-me que quando falamos de “Justiça”, estamos a falar de Direito. Justiça é algo muito diferente e, é cada vez mais de Justiça e não de direito, que precisamos. Afinal, são aqueles que fazem as leis do Direito, que chamam justiça, aqueles para quem a justiça era mais necessária.
Exposição: face destapada
Lei das Finanças locais
Depois de Portugal lhes “emprestar” mais de mil milhões de Euros, vem o FMI dizer-nos que temos de reduzir os salários. Não pensam que está na altura de mudar de sistema, de modelo civilizacional, de objectivos? Está na hora de não nos deixarmos cegar pela brilhante luz do capitalismo global e olhar para a realidade a que ele nos conduziu. É necessário mudar ou cada vez mais estaremos mergulhados no pântano em que se tornou. Assim, isto não vai melhorar.
















