Arquivo de 4 de Outubro, 2012

04
Out
12

O roubo continua

Vítor Gaspar admitiu um enorme aumento de impostos e anunciou novas medidas de austeridade. A grande novidade é a sobretaxa de 4% no IRS. As mexidas no IRS não ficam por aqui e o número de escalões vai diminuir dos actuais 8 para apenas 5. Também se mantêm o corte de um subsidio para os trabalhadores da função pública e reformados.

 Já não vamos pagar na TSU mais 7% mas vamos pagar mais que isso em IRS. Não rouba com uma mão, rouba com a outra. A questão está que, se já havia muitos a quem a austeridade estava a atirar para a miséria, muitos outros acabarão inevitavelmente por lá cair. Não se compreende que haja um governo que governe para os números esquecendo os cidadãos e acabe por mostrar sempre números muito piores. Os números do défice, recessão e desemprego são corrigidos para pior de dois em dois meses e servem para justificar mais e mais austeridade. Porra, já chega. Só espero que os portugueses não se calem e corram urgentemente com esta canalha. Se a economia do país não aguente os portugueses muito menos. Já não há guito.
04
Out
12

A nulidade de Boliqueime

Portugal já chegou a uma situação em que não podemos tolerar mais a escumalha que assaltou o poder. Vivemos numa democracia que tem os seus mecanismos constitucionais as ferramentas para resolver o problema; demitir este governo. O pior é que o personagem que tem nas suas mãos poder fazê-lo é a Múmia de Boliqueime que ocupa Belém e que já mostrou nem ser capaz de defender a Constituição quanto mais assumir uma responsabilidade. O homem já está na reforma, já deve sentir-se bem é sentado no sofá, de chinelos a ver umas novelas para não ter de ouvir a Maria enquanto faz tempo para mais uma viagem que lhe possibilite não ter de falar da situação de Portugal. O personagem é uma nulidade completa num momento em que o país necessitava de um homem corajoso que colocasse os interesses dos portugueses acima dos seus. Infelizmente não existe outra forma constitucional de correr com a escumalha, mas se vivemos numa democracia a vontade do povo tem sempre de prevalecer sobre tudo e todos. Se o Cavaco não o faz pois que o façamos nós, ocupemos as ruas, não um milhão como no dia 15 de Setembro mas dois, três, quatro, os que forem necessários para eles compreenderem que já são cadáveres políticos. Vamos para as ruas e vamos ficar lá o tempo que for necessário até eles sairem a bem ou a mal.




Indignados Lisboa
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