Posts Tagged ‘Paulo Macedo

14
Out
13

Conselho de Ministro extraordinário …mas muito ordinário

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20
Jun
13

Esta gente mata

paulo Macedo Autópsia de um crime anunciadao

 

Eis uma notícia que nem necessita que se diga mais nada. Está lá a verdade deste sistema e a desumanidade desta gente. Criminosos

Saúde para todos ou só para quem pode pagar?
Observatório Português dos Sistemas de Saúde admite que há sinais de uma «agenda não universalista» no acesso à saúde, mas lembra que esta opção carece de «legitimação política explícita»

O relatório do Observatório  coloca o dedo numa das várias «feridas» do Sistema Nacional de Saúde: a visão política que gere actualmente a saúde em Portugal. O relatório assume que existem «sinais de uma agenda não universalista» no acesso aos cuidados de saúde. O documento, conhecido esta terça-feira, aponta ainda o dedo ao Governo por não avaliar o impacto da crise na saúde dos portugueses e considera que as «taxas moderadoras» são «falsas».

O Relatório Primavera 2013 foi apresentado na Fundação Gulbenkian, numa cerimónia a que o ministro Paulo Macedo faltou. A presença estava prevista, mas não foi confirmada. Esta é a primeira vez, em 14 anos, que o ministério da Saúde não marca presença. As críticas do relatório, nomeadamente, aos «cortes violentos» que foram «além da troika» no sector, podem ser a causa do «desconforto» do Executivo. Mas o documento aponta ainda uma critica mais profunda.

O sistema de saúde português assenta na concepção universalista (constitucional), ou seja, «nos princípios de um seguro público de saúde: pagar enquanto se pode, de acordo com os rendimentos de cada um, para receber mais tarde quando se precisa», lê-se no relatório que explica: «Isto significa precisamente estar protegido de pagar na pior altura, quando se está doente».

A esta visão contrapõe-se uma outra alternativa política, não universalista, que consiste no recusar de um seguro público universal, ou seja, «quem pode paga, quem não pode é “assistido” pelo Estado. O relatório alerta precisamente para os sinais de existência de uma «agenda não universalista», que defende o relatório, «requer legitimação política explícita». Este é um dos factores que está a ameaçar a sustentabilidade política do SNS que sofre ainda da «ausência de uma linha clara de orientação no investimento em saúde», da «desmotivação dos profissionais» e da «insatisfação de uma população mais vulnerável com a resposta do SNS». Ainda assim, o relatório reconhece que no campo da sustentabilidade financeira, o ministério tomou diversas medidas que contribuíram para o objectivo.

Mais de que um diagnóstico das políticas do Governo em matéria de saúde, o relatório retrata também o país que temos hoje. Perante um SNS que em parte se «degrada», mas que ainda resiste, é preciso lembrar que a pobreza e o desemprego, a experiência real das pessoas, têm efeitos na saúde. Algumas das principais conclusões revelam que a crise provocou um aumento dos suicídios e das depressões e levou a que muitos portugueses [inclusive um terço dos idosos] não tenham dinheiro para comprar medicamentos, óculos ou aparelhos auditivos.

As falhas apontadas ao Governo, juntam-se também críticas ao Memorando de Entendimento. Apesar de fazerem parte da troika instituições europeias, um dos princípios do Tratado de Maastricht foi ignorado. «Um dos maiores progressos, a nível internacional, da concepção e posicionamento das políticas de saúde no conjunto das políticas públicas, foi a inscrição no Tratado de Maastricht, do princípio segundo o qual a adopção de qualquer outra política devia tomar em consideração a análise prévia dos seus impactes sobre a saúde», lembra-se.

Em 2012, o Governo introduziu um aumento nas taxas moderadoras. Uma medida que previa reduzir a utilização desnecessária dos serviços de saúde, mas que, para o Observatório, se transformou numa barreira, para muitos cidadãos no acesso à saúde.

«Há múltiplos indícios de que o empobrecimento dos portugueses, associado à extensão e aumento substancial das falsas taxas moderadoras e a dificuldades crescentes com os transportes (para além da evolução dos tempos de espera), dificultam o acesso aos cuidados de saúde de muitos portugueses», lê-se no documento que acusa: «as designadas taxas moderadoras não o são. São pagamentos no ato da prestação dos cuidados».

29
Mar
13

A Última Ceia

cavaco silva passos coelho paulo portas governo ultima ceia

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22
Mar
13

O consenso nacional…uma porra

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Muito se fala na necessidade de haver um Consenso Nacional sobre um governo para aplicar as  politicas da Troika e da União Europeia. Perante o descrédito que este governo já atingiu e a não alternativa que o PS representa já muitos falam de um governo em que se unam todos os partidos do alterne. Teríamos assim uma espécie de unanimidade politica em que nem a integridade da constituição estaria salvaguardada. Chamar democracia a uma porra destas só pode ser uma brincadeira de mau gosto. Isto já não é um país e a soberania é uma palavra sem sentido quando somos governados por gente para quem o seu único objectivo é a obediência aos mercados e à gorda alemã.

Se desejam um governo PS/PSD/CDS ao menos tenham a coragem de levar essa ideia a eleições com os três partidos a concorrerem em coligação. Talvez viessem a ter uma surpresa. Está na hora de encontrar alternativas e exigir o fim desta farsa em onde dos partidos do chamado arco governamental se pode dizer sem errar que eles sim, são todos diferentes, todos iguais. Diferentes no nome, iguais na mentira, no desemprego e miséria a que nos condenam.

21
Fev
13

Já tocaram a senha da revolução …outra vez

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Que ao menos saibam a letra:Grândola Vila Morena (Zeca Afonso)

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina, um amigo
Em cada rosto, igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto, igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola, a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade

18
Fev
13

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29
Dez
12

SNS só para gente com saúde

Paulo Macedo nao fiques doente

O secretário de Estado da Saúde, Fernando Leal da Costa, afirmou que “Se nós, cada um dos cidadãos, não fizermos qualquer coisa para reduzir o potencial de um dia sermos doentes, por mais impostos que possamos cobrar aos cidadãos, o SNS será, mais tarde ou mais cedo, insustentável”.

Qual a função do SNS? Que eu saiba é prestar assistência médica aos cidadãos que dela necessitem. É claro que é obrigação de cada um de nós cuidar o melhor que pode da sua pessoa até porque ninguém gosta de estar doente. Só que isso não se escolhe e na maior parte das vezes não se pode evitar. A afirmação do Secretário de Estado é ridícula, não quando afirma que devemos tentar reduzir o potencial de ficarmos doentes, (melhor alimentação, menos excessos ajudam), mas quando colocar o SNS em causa afirmando que ficará insustentável se não o fizermos. O SNS só ficará insustentável se persistirmos numa politica em que o dinheiro dos impostos é canalizado directamente para os agiotas através do pagamento dos juros de uma dívida que só foi contraída para pagar os excessos da banca e para tornar o país dependente e fácil de pilhar. Quando pago os meus impostos espero que esse dinheiro seja canalizado para os serviços públicos, saúde, educação, segurança social etc. Saber que, quando trabalho muito daquilo que faço é para encher os bolsos de agiotas irrita-me. Quero um SNS de qualidade, não quero sentir-me culpado nem apontar o dedo quando vir alguém fumar um cigarro ou comer um doce.




Indignados Lisboa
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